Efeitos deletérios da política de Temer e Meirelles continuam no horizonte do brasileiro

A política econômica realizada por Temer e Meirelles continua produzindo seus efeitos deletérios na economia nacional; o desemprego continua alto e reduz a renda do trabalhador; o elevado reajuste das tarifas ampliou os gastos das famílias com despesas obrigatórias, como energia elétrica, gasolina, gás e passagem de ônibus; com isso, parcela importante do orçamento - que já passa de 25%, segundo dados preliminares -, vem sendo comprometida com esses gastos, sobrando menos recursos para outras despesas

Efeitos deletérios da política de Temer e Meirelles continuam no horizonte do brasileiro
Efeitos deletérios da política de Temer e Meirelles continuam no horizonte do brasileiro

247 - A política econômica realizada por Temer e Meirelles continua produzindo seus efeitos deletérios na economia nacional. O desemprego continua alto e reduz a renda do trabalhador. O elevado reajuste das tarifas ampliou os gastos das famílias com despesas obrigatórias, como energia elétrica, gasolina, gás e passagem de ônibus. Com isso, parcela importante do orçamento - que já passa de 25%, segundo dados preliminares -, vem sendo comprometida com esses gastos, sobrando menos recursos para outras despesas.

A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca que "em 2018, pelo segundo ano seguido, os preços administrados, aqueles cujos reajustes são determinados pelo governo e independem da oferta e da demanda, estão subindo muito acima da inflação geral e também dos preços livres, não regulados. De janeiro a agosto, os administrados aumentaram 6,64%, mais que o dobro da inflação geral de 2,85%, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e superaram o avanço dos preços livres (1,55%). No ano passado, os administrados tinham subido 5,08% entre janeiro e agosto e fecharam o ano em 8%. Economistas calculam que os preços administrados repetirão a alta de 8% neste ano".

A matéria ainda informa que as "diferenças entre a inflação das tarifas e dos preços livres também são gritantes no período mais longo de 12 meses até agosto. Dados do IPCA mostram que os administrados aumentaram 9,59%, enquanto a inflação geral subiu 4,19% e os preços livres avançaram 2,40%. Dos dez itens que mais contribuíram para o aumento da inflação nesse período entre os cerca 400 que compõem o IPCA, quatro são administrados: gasolina, energia, plano de saúde e gás de botijão. Essas quatro tarifas responderam por 50% da inflação geral do período".

 

 

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