Eike precisa do BNDES para vender LLX

Empréstimo do banco estatal de R$ 518,6 milhões vence em setembro. Fundo americano EIG condicionou a injeção de R$ 1,3 bi aos investimentos exigidos para terminar obras do porto do Açu – daí a necessidade de rolar dívidas para longo prazo

Empréstimo do banco estatal de R$ 518,6 milhões vence em setembro. Fundo americano EIG condicionou a injeção de R$ 1,3 bi aos investimentos exigidos para terminar obras do porto do Açu – daí a necessidade de rolar dívidas para longo prazo
Empréstimo do banco estatal de R$ 518,6 milhões vence em setembro. Fundo americano EIG condicionou a injeção de R$ 1,3 bi aos investimentos exigidos para terminar obras do porto do Açu – daí a necessidade de rolar dívidas para longo prazo (Foto: Roberta Namour)
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247 – Para estancar a hemorragia do grupo em crise e concretizar a venda do controle do porto do Açu para o fundo americano EIG, o empresário Eike Batista vai precisar do aval do BNDES. A companhia prometeu injetar R$ 1,3 bilhão na empresa via aumento de capital.

O banco estatal emprestou R$ 518,6 milhões à LLX. Contrato, que vai a R$ 546,3 milhões contando os juros, vence em setembro.

No acordo, americanos condicionaram que o dinheiro precisa ser usado nos pesados investimentos exigidos para terminar as obras do porto do Açu. Daí a necessidade de resolver as dívidas de curto prazo.

Segundo analistas consultados pela Folha, rolar as dívidas de Eike para permitir que suas empresas encontrem comprador é a melhor opção para os bancos. 

Eike está vendendo suas empresas para pagar dívidas. Já passou o controle da MPX (energia) para a alemã E.ON e tenta vender MMX (mineração) e OGX (petróleo).

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