Elie Horn: solução exige acordo político pelo bem da nação

"Tem de haver um acordo político. Se os políticos quiserem, conseguirão fazer. É só querer, mas querer do fundo do coração", disse Elie Horn, fundador da Cyrela; o empresário, que ressalta que não faz política, afirma estar otimista com a economia e considera a crise atual "pequena e parte da vida"; "Sem crise, não tem vida, não tem amor. Se as mães adoram os filhos, é porque sofrem com os filhos. Quanto mais sofrem, mais amam"

"Tem de haver um acordo político. Se os políticos quiserem, conseguirão fazer. É só querer, mas querer do fundo do coração", disse Elie Horn, fundador da Cyrela; o empresário, que ressalta que não faz política, afirma estar otimista com a economia e considera a crise atual "pequena e parte da vida"; "Sem crise, não tem vida, não tem amor. Se as mães adoram os filhos, é porque sofrem com os filhos. Quanto mais sofrem, mais amam"
"Tem de haver um acordo político. Se os políticos quiserem, conseguirão fazer. É só querer, mas querer do fundo do coração", disse Elie Horn, fundador da Cyrela; o empresário, que ressalta que não faz política, afirma estar otimista com a economia e considera a crise atual "pequena e parte da vida"; "Sem crise, não tem vida, não tem amor. Se as mães adoram os filhos, é porque sofrem com os filhos. Quanto mais sofrem, mais amam" (Foto: Roberta Namour)

247 – Fundador de uma das maiores empreiteiras do Brasil, Elie Horn, da Cyrela, afirma que a solução para a crise atual exige um acordo político pelo bem da nação.

"Tem de haver um acordo político. Se os políticos quiserem, conseguirão fazer. É só querer, mas querer do fundo do coração", disse ele, em entrevista ao Valor.

O empresário, que ressalta que não faz política, afirma estar otimista com a economia e considera a crise atual "pequena e parte da vida". "Sem crise, não tem vida, não tem amor. Se as mães adoram os filhos, é porque sofrem com os filhos. Quanto mais sofrem, mais amam", compara o fundador da Cyrela.

Ele cita a crise financeira internacional de 2008. "Eu pensei que o mundo ia quebrar, como em 1929. Parei tudo, e, no Brasil, não houve problemas. O fato de poder parar nos fez rever como enxergar a empresa e o país", afirma (leia aqui).

Conheça a TV 247

Mais de Economia

Ao vivo na TV 247 Youtube 247