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Equipe de Guedes é contra recriar CPMF para bancar auxílio emergencial

O ministro Paulo Guedes defende que a continuidade do pagamento do auxílio emergencial precisa de compensada com o corte de gastos e não com o aumento de tributos

O ministro da Economia, Paulo Guedes (Foto: REUTERS/Adriano Machado.)

247 - O ministro da Economia, Paulo Guedes, tem dito em reuniões com a área política do governo que é contra a criação de um novo imposto, mesmo que temporário, para o governo continuar bancando o auxílio emergencial nesta pandemia. Nos últimos dias aumentou no governo a defesa de um imposto nos moldes da antiga CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) para bancar a ajuda aos mais desamparados. 

De acordo com o blog da Ana Flor, no portal G1, um integrante graduado do governo afirmou que a área econômica "compreendeu a urgência do auxílio, e a área política entendeu que é preciso sinalizar com uma contrapartida".

Guedes continuou defendendo que o pagamento do auxílio emergencial por mais alguns meses precisa de compensado com o corte de gastos e não com o aumento de tributos.

Jair Bolsonaro prometeu na campanha eleitoral de 2018 que não aumentaria os impostos.

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