Ex-diretor do Bank Boston e outros 10 viram réus na Zelotes

Justiça Federal de Brasília aceitou denúncia do Ministério Público Federal contra o ex-diretor jurídico do Bank Boston Walcris Rosito, além de  servidores públicos, advogados, lobistas e ex-conselheiros do Carf; todos são acusados de corrupção, gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, apropriação de dinheiro de instituição financeira e organização criminosa nas investigações da operação Zelotes

Justiça Federal de Brasília aceitou denúncia do Ministério Público Federal contra o ex-diretor jurídico do Bank Boston Walcris Rosito, além de  servidores públicos, advogados, lobistas e ex-conselheiros do Carf; todos são acusados de corrupção, gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, apropriação de dinheiro de instituição financeira e organização criminosa nas investigações da operação Zelotes
Justiça Federal de Brasília aceitou denúncia do Ministério Público Federal contra o ex-diretor jurídico do Bank Boston Walcris Rosito, além de  servidores públicos, advogados, lobistas e ex-conselheiros do Carf; todos são acusados de corrupção, gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, apropriação de dinheiro de instituição financeira e organização criminosa nas investigações da operação Zelotes (Foto: Aquiles Lins)

247 - O ex-diretor jurídico do Bank Boston Walcris Rosito se tornou réu nesta segunda-feira, 24, em ação penal no âmbito da Operação Zelotes, que apura, entre outros casos, perdão de dívidas tributárias no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) mediante pagamento de propina.

Segundo informações divulgadas pelo G1, além de Walcris Rosito, a Justiça Federal em Brasília também aceitou denúncia do Ministério Público Federal contra servidores públicos, advogados, lobistas e ex-conselheiros do Carf. São Eles: Eduardo Cerqueira Leite, José Ricardo Silva, Mário Pagnozzi, José Teruji Tamazato, Manoela de Almeida, Norberto Campos, Valmir Sandri, Paulo Cortez, Leonardo Mussi e Alexandre Hércules. 

A denúncia abrange um período de nove anos (de 2006 a 2015), durante o qual funcionou o esquema, cujos protagonistas, conforme o Ministério Público, eram o auditor da Receita Federal em São Paulo Eduardo Cerqueira Leite e o então conselheiro do Carf em Brasília José Ricardo da Silva.

O grupo de consultores, advogados e lobistas teria recebido mais de R$ 25,8 milhões em vantagens indevidas para ajudar o banco, aponta a denúncia.

As acusações contra os 11 réus envolvem crimes de corrupção, gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, apropriação de dinheiro de instituição financeira e organização criminosa.

 

 

 

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