Ex-quase-heroína da mídia, Venina pode terminar vilã

"Guardem esse nome: Venina Velosa da Fonseca. Uma brasileira digna de respeito, que nos enche de orgulho", anunciava pelo Twitter a jornalista Leilane Neubarth, da Globonews, antes de apresentá-la ao distinto público; agora, sabe-se que Venina fez dois contratos sem licitação com a empresa do ex-marido, que somam R$ 7,8 milhões; o que Leilane diria a respeito?

www.brasil247.com - "Guardem esse nome: Venina Velosa da Fonseca. Uma brasileira digna de respeito, que nos enche de orgulho", anunciava pelo Twitter a jornalista Leilane Neubarth, da Globonews, antes de apresentá-la ao distinto público; agora, sabe-se que Venina fez dois contratos sem licitação com a empresa do ex-marido, que somam R$ 7,8 milhões; o que Leilane diria a respeito?
"Guardem esse nome: Venina Velosa da Fonseca. Uma brasileira digna de respeito, que nos enche de orgulho", anunciava pelo Twitter a jornalista Leilane Neubarth, da Globonews, antes de apresentá-la ao distinto público; agora, sabe-se que Venina fez dois contratos sem licitação com a empresa do ex-marido, que somam R$ 7,8 milhões; o que Leilane diria a respeito? (Foto: Leonardo Attuch)


247 - "Guardem esse nome: Venina Velosa da Fonseca. Uma brasileira digna de respeito, que nos enche de orgulho. Vamos falar dela na Ed. Das Seis", anunciou a jornalista Leilane Neubarth, apresentadora da Globonews, em sua conta no Twitter, no dia 12 de dezembro deste ano.

A geóloga Venina Velosa, que, na semana passada, depôs diante da equipe do juiz Sergio Moro, no Paraná, parecia ser, aos olhos da imprensa familiar, o personagem capaz de demitir Graça Foster da Petrobras, pelo fato de, supostamente, tê-la alertado dos desvios na Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

Nove dias depois, no entanto, Venina já se vê em outra posição: não mais de estilingue, mas sim de vidraça. Ontem, o jornalista Jorge Bastos Moreno revelou que ela contratou, sem licitação, a empresa do ex-marido por R$ 7,8 milhões, em dois contratos: um de R$ 2,4 milhões e outro de R$ 5,4 milhões. Leia abaixo a nota:

Entre o mar e a terra

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A direção da Petrobras insiste em chamar, em notas, a sua ex-gerente Venina Velosa de “a empregada”. Percebe-se aí uma sutil tentativa de desqualificação, que se torna mais contundente, na medida em que tenta mostrar o seu envolvimento com o caso da refinaria Abreu e Lima, por exemplo. Tentar desqualificar a funcionária não é o melhor caminho para defender-se de suas denúncias.
Mas nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Não se pode demonizá-la, nem endeusá-la, pois o foco não é ela, mas as suas denúncias. Independentemente disso, Venina tem muita coisa nebulosa também a esclarecer, como a contratação, sem licitação, da empresa Salvaterra, do hoje ex-marido, Maurício Luz, em 2004 (R$ 2,4 milhões) e 2006 (R$ 5,4 milhões), para serviços de consultoria; e também a de Nílvia Vogel como funcionária local, mas custeando sua mudança, quando exercia a representação em Cingapura. Há outros processos contra ela na empresa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE


CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE


CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O conhecimento liberta. Saiba mais. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Apoie o 247

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cortes 247

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
WhatsApp Facebook Twitter Email