Falcão diz que carga tributária deve ser redistribuída

Segundo pesidente do PT, o que você paga de imposto por um litro de leite é o que paga o (empresário) Antônio Ermírio de Moraes. Além disso, ele julga o Imposto de Renda uma alíquota insuficiente para o padrão de distribuição da renda no Brasil: “Na Europa tem país com 50%, 60%. Então você não precisa necessariamente aumentar a carga tributária, mas você pode redistribuir"

BRASÍLIA,DF,20.07.2013:PT/COLETIVA/RUI FALCÃO - O presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Rui Falcão, concede entrevista à imprensa em Brasília (DF), neste sábado (20). (Foto: Luciano Freire/Futura Press/Folhapress)
BRASÍLIA,DF,20.07.2013:PT/COLETIVA/RUI FALCÃO - O presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Rui Falcão, concede entrevista à imprensa em Brasília (DF), neste sábado (20). (Foto: Luciano Freire/Futura Press/Folhapress) (Foto: Roberta Namour)
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247 – O presidente do PT, Rui Falcão, que disputa a reeleição no partido, disse que o próximo governo de Dilma Rousseff deve dar prioridade para a reforma tributária. 

"Hoje o maior imposto do país é o ICMS. O que você paga de imposto por um litro de leite é o que paga o (empresário) Antônio Ermírio de Moraes. O segundo é o Imposto de Renda, acaba em 27,5%, uma alíquota insuficiente para o padrão de distribuição da renda no Brasil. Na Europa tem país com 50%, 60%. Então você não precisa necessariamente aumentar a carga tributária, mas você pode redistribuir a carga tributária", explica.

Atualmente, ele conta com 60% das intenções de voto no partido e é fiel às linhas politicas defendidas pelo ex-presidente Lula.
Falcão é também defensor da "renovação" partidária pregada por Lula em artigo publicado no "New York Times", após a onda de protestos.

"PT não pode ser apenas uma máquina eleitoral que se mobiliza a cada dois anos", diz Falcão. "O partido precisa fazer a disputa ideológica na sociedade."

O manifesto da candidatura Falcão foi redigido por Luiz Dulci, ex-secretário-geral da Presidência no governo Lula. 

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