Fazenda: IPI da linha branca não irá aumentar

De acordo com o ministério, comandado por Guido Mantega, quando as novas alíquotas foram anunciadas, em outubro, já não havia previsão de término da medida para eletrodomésticos da linha branca

De acordo com o ministério, comandado por Guido Mantega, quando as novas alíquotas foram anunciadas, em outubro, já não havia previsão de término da medida para eletrodomésticos da linha branca
De acordo com o ministério, comandado por Guido Mantega, quando as novas alíquotas foram anunciadas, em outubro, já não havia previsão de término da medida para eletrodomésticos da linha branca (Foto: Gisele Federicce)

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil

Brasília - As alíquotas atuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para eletrodomésticos da linha branca vão continuar a valer, sem data prevista de mudança, informou hoje (31) o Ministério da Fazenda.

De acordo com o ministério, quando as novas alíquotas foram anunciadas, em outubro, já não havia previsão de término da medida para eletrodomésticos da linha branca.

Na semana passada, o governo anunciou a mudança na alíquota do IPI para móveis de 3,5%, válida até 31 de dezembro, para 4%, a partir de 1º de janeiro. Também foram anunciadas mudanças nas alíquotas do IPI sobre automóveis.

Com isso, a alíquota do fogão continua em 4%; da geladeira, em 10%; do tanquinho, em 5% e da máquina de lavar, em 10%, como anunciado em outubro pelo governo.

Originalmente, o IPI da linha branca correspondia a 4% para os fogões, 10% para os tanquinhos, 15% para as geladeiras e 20% para as máquinas de lavar. Em abril de 2009, as alíquotas foram reduzidas, mas voltaram ao normal em fevereiro de 2010. Em dezembro de 2011, a linha branca teve nova desoneração. Os móveis e painéis pagavam originalmente 10% de IPI e estavam com a tributação reduzida desde novembro de 2009.

As alíquotas foram diminuídas e estão sendo gradualmente recompostas desde fevereiro deste ano. Ao reduzir as alíquotas, o objetivo do governo era estimular setores diante da crise econômica mundial.

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