Funcionários de 40 plataformas da Petrobras aprovam greve sem data definida

Funcionários de 40 plataformas da Petrobras, na Bacia de Campos, aprovaram uma greve, ainda sem data definida, em meio às negociações sobre o Acordo Coletivo de Trabalho deste ano; Bacia de Campos representa atualmente cerca de 50% da produção de petróleo do Brasil; outras plataformas também poderão aderir às paralisações, segundo o diretor do Sindipetro-NF Valdick Oliveira; posicionamento dos empregados ocorre após a Petrobras ter mantido, em 10 de novembro, proposta de reajuste salarial de 1,73%

Funcionários de 40 plataformas da Petrobras, na Bacia de Campos, aprovaram uma greve, ainda sem data definida, em meio às negociações sobre o Acordo Coletivo de Trabalho deste ano; Bacia de Campos representa atualmente cerca de 50% da produção de petróleo do Brasil; outras plataformas também poderão aderir às paralisações, segundo o diretor do Sindipetro-NF Valdick Oliveira; posicionamento dos empregados ocorre após a Petrobras ter mantido, em 10 de novembro, proposta de reajuste salarial de 1,73%
Funcionários de 40 plataformas da Petrobras, na Bacia de Campos, aprovaram uma greve, ainda sem data definida, em meio às negociações sobre o Acordo Coletivo de Trabalho deste ano; Bacia de Campos representa atualmente cerca de 50% da produção de petróleo do Brasil; outras plataformas também poderão aderir às paralisações, segundo o diretor do Sindipetro-NF Valdick Oliveira; posicionamento dos empregados ocorre após a Petrobras ter mantido, em 10 de novembro, proposta de reajuste salarial de 1,73% (Foto: Paulo Emílio)
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Reuters - Funcionários de 40 plataformas da Petrobras, na Bacia de Campos, aprovaram uma greve, ainda sem data definida, em meio às negociações sobre o Acordo Coletivo de Trabalho deste ano, afirmou à Reuters nesta segunda-feira um diretor do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF).

A Bacia de Campos representa atualmente cerca de 50 por cento da produção de petróleo do Brasil. As aprovações pela greve ocorreram até a noite de domingo, e outras plataformas também poderão aderir às paralisações, segundo o diretor do Sindipetro-NF Valdick Oliveira.

O posicionamento dos empregados ocorre após a Petrobras ter mantido, em 10 de novembro, proposta de reajuste salarial de 1,73 por cento.

O Sindipetro-NF é filiado à Federação Nacional dos Petroleiros (FUP), que representa um total 13 sindicatos de petroleiros. Representantes da federação vão se encontrar na tarde desta segunda-feira com a Petrobras para apresentar os resultados de assembleias em todo o país.

"Entre os indicativos aprovados pela categoria está a realização de uma greve por tempo indeterminado, com data de início a ser definida pela FUP, em caso de qualquer redução de direitos como descritos e consagrados pelo ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) 2015/2017", disse a FUP, em nota.

A FUP não apresentou na nota, entretanto, um balanço sobre todas as assembleias já realizadas.

A Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), que representa os demais cinco sindicatos de petroleiros, também afirmou que seus filiados aprovaram uma greve com início em 29 de novembro.

"Se não houver a prorrogação do ACT vigente ou a recusa em convocar reunião para negociar nova proposta, os trabalhadores irão cruzar os braços", disse a FNP, em uma nota em seu site.

Procurada, a Petrobras não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários.

Por Marta Nogueira

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