FUP: 'Pedro Parente, peça pra sair e deixe os petroleiros trabalharem!'

A FUP publicou um texto em seu site criticando o posicionamento do presidente da Petrobras, Pedro Parente, que "mesmo tendo sido responsável por dois apagões no Brasil – o da energia elétrica, em 2001, e o do desabastecimento gerado pela alta desenfreada dos preços" "ainda pensa que pode convencer os trabalhadores e a sociedade de suas "boas intenções""; "Por isso, Pedro Parente, peça pra sair e deixe os petroleiros trabalharem!", diz a entidade em nota

A FUP publicou um texto em seu site criticando o posicionamento do presidente da Petrobras, Pedro Parente, que "mesmo tendo sido responsável por dois apagões no Brasil – o da energia elétrica, em 2001, e o do desabastecimento gerado pela alta desenfreada dos preços" "ainda pensa que pode convencer os trabalhadores e a sociedade de suas "boas intenções""; "Por isso, Pedro Parente, peça pra sair e deixe os petroleiros trabalharem!", diz a entidade em nota
A FUP publicou um texto em seu site criticando o posicionamento do presidente da Petrobras, Pedro Parente, que "mesmo tendo sido responsável por dois apagões no Brasil – o da energia elétrica, em 2001, e o do desabastecimento gerado pela alta desenfreada dos preços" "ainda pensa que pode convencer os trabalhadores e a sociedade de suas "boas intenções""; "Por isso, Pedro Parente, peça pra sair e deixe os petroleiros trabalharem!", diz a entidade em nota (Foto: Paulo Emílio)

247 - A Federação Única dos Petroleiros (FUP) publicou um texto em seu site criticando o posicionamento do presidente da Petrobras, Pedro Parente, que "mesmo tendo sido responsável por dois apagões no Brasil – o da energia elétrica, em 2001, e o do desabastecimento gerado pela alta desenfreada dos preços" "ainda pensa que pode convencer os trabalhadores e a sociedade de suas "boas intenções"".

Segundo a FUP, "ficou claro para a população que a escalada dos preços dos combustíveis a níveis jamais vistos no país é consequência de uma política de gestão voltada unicamente para o mercado", que resultou na disparada dos preços do botijão do gás de cozinha e encareceu os combustíveis. "Mas, nada disso sensibiliza Pedro Parente. Pelo contrário. Ele continua seguindo à risca o que mandam o mercado financeiro e os investidores estrangeiros, seus patrões de fato e de direito", diz o texto da FUP.
"O "grande gestor" que o mercado e a mídia defendem está levando o Brasil à bancarrota. Em oito dias de protestos dos caminhoneiros, a Petrobrás já perdeu R$ 126 bilhões em valor de mercado. A teimosia de Parente em manter a atual política de preços de derivados de petróleo custará ao país pelo menos R$ 10 bilhões em ajustes fiscais. Adivinhe quem pagará de novo a conta de mais esse apagão?", questiona a FUP.

No texto, a entidade diz eu a melhor "forma de ajudar o país" seria "suspendendo a privatização das refinarias, das fábricas de fertilizantes, dos terminais, dos oleodutos e dos gasodutos, das plataformas e dos campos terrestres de produção, das termoelétricas, da BR Distribuidora e de todos os ativos estratégicos que estão em vias de serem entregues", além de "retomar a produção a plena carga nas nossas refinarias para que o povo brasileiro não fique refém das importadoras e volte a ter combustíveis a preços condizentes com o nosso custo de produção, que é muito mais barato do que comprar derivados fora do país".

"Por isso, Pedro Parente, é SIM "com paralisações e com pressões para redução" dos preços do gás de cozinha e dos combustíveis que os petroleiros seguirão em luta, denunciando os prejuízos que a sua gestão tem causado ao Brasil. Nossa greve é para reafirmar que o maior acionista da Petrobrás ainda é o povo brasileiro e não o mercado. Por isso, Pedro Parente, peça pra sair e deixe os petroleiros trabalharem!", finaliza a nota da FUP.

Leia a íntegra no site da FUP. 

 

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