Governo avalia ampliar o rombo fiscal, que já é o maior da história

Apesar do discurso oficial de que a economia está melhorando, membros da equipe econômica do governo Michel Temer admitem que a meta fiscal deste ano, cujo déficit foi ampliado de R$ 129 bilhões para R$ 149 bilhões, poderá ser revista novamente; motivo para esta nova revisão está atrelado a uma disputa judicial envolvendo os leilões de usinas da Cemig e a frustração de receitas; estes fatores somados a necessidade de liberar recursos para evitar a paralisação dos serviços públicos tem levado os técnicos a avaliarem o novo cenário

Henrique Meirelles, ministro da Fazenda do Brasil, durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília 12/09/2017 REUTERS/Adriano Machado
Henrique Meirelles, ministro da Fazenda do Brasil, durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília 12/09/2017 REUTERS/Adriano Machado (Foto: Paulo Emílio)
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247 - Apesar do discurso oficial de que a economia está melhorando, membros da equipe econômica do governo Michel Temer admitem que a meta fiscal deste ano, cujo déficit foi ampliado de R$ 129 bilhões para R$ 149 bilhões, poderá ser revista novamente.

Segundo o jornal O Globo, o motivo para esta nova revisão está atrelado a disputa judicial envolvendo os leilões de usinas da Cemig. A ação movida pelo governo de Minas Gerais vida invalidar o processo, o que poderá resultar na perda dos R$ 11 bilhões que a União estimava arrecadar com a venda das quatro usinas da estatal.

O governo federal também enfrenta dificuldades em razão da aprovação do novo Refis e pela frustração de receitas que deve chegar a R$ 6 bilhões. Estes fatores somados a necessidade de liberar recursos para evitar a paralisação dos serviços públicos tem levado os técnicos a avaliarem o novo cenário.

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