Governo condiciona novo auxílio emergencial à redução de gastos

Medidas como redução salarial e de jornada de servidores estão entre as medidas defendidas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), para o pagamento do novo auxílio emergencial

Ministro da Economia, Paulo Guedes
Ministro da Economia, Paulo Guedes (Foto: Agência Brasil)
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247 - O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), condicionaram nesta sexta-feira (12) o pagamento de um novo auxílio emergencial à aprovação de medidas como corte de custos por meio de redução salarial e de jornada de servidores. O governo quer incluir essas propostas em uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do pacto federativo. 

"É fundamental que haja possibilidade de uma cláusula de calamidade pública nessa PEC do pacto federativo para que tenhamos condições de poder fazer a flexibilização necessária para que haja auxílio no Brasil", disse Pacheco. 

"Nossa expectativa é de que possamos ter no mês de março, abril, maio e, eventualmente, no quarto mês, de junho, o auxílio emergencial. Essa é a nossa expectativa, é nosso desejo", complementou.

O titular da Economia e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, defendem que a volta do auxílio precisa ser compensada com a redução dos gastos públicos. A ajuda governamental para os mais desamparados na pandemia terminou em dezembro. 

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