Governo pode reduzir jornada para evitar demissões

Plano defendido pelas centrais sindicais – com o apoio do ex-presidente Lula - prevê a redução da jornada de trabalho em 30% e de 15% nos salários nas empresas afetadas pela crise econômica, para segurar o nível de emprego na indústria; em carta enviada à presidente Dilma Rousseff, na semana passada, CUT, Força Sindical e UGT sugerem que a medida seja aplicada por um período de ao menos 12 meses

Plano defendido pelas centrais sindicais – com o apoio do ex-presidente Lula - prevê a redução da jornada de trabalho em 30% e de 15% nos salários nas empresas afetadas pela crise econômica, para segurar o nível de emprego na indústria; em carta enviada à presidente Dilma Rousseff, na semana passada, CUT, Força Sindical e UGT sugerem que a medida seja aplicada por um período de ao menos 12 meses
Plano defendido pelas centrais sindicais – com o apoio do ex-presidente Lula - prevê a redução da jornada de trabalho em 30% e de 15% nos salários nas empresas afetadas pela crise econômica, para segurar o nível de emprego na indústria; em carta enviada à presidente Dilma Rousseff, na semana passada, CUT, Força Sindical e UGT sugerem que a medida seja aplicada por um período de ao menos 12 meses (Foto: Roberta Namour)
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247 – Diante da crise econômica, o governo preparar um plano, inspirado em um modelo alemão, para segurar o nível de emprego na indústria.

A proposta do Planalto é manter o trabalhador na fábrica com salário e jornada menores, mas sem causar perda de arrecadação ao governo.

O plano defendido pelas centrais sindicais prevê a redução da jornada de trabalho em 30% e de 15% nos salários nas empresas afetadas pela crise econômica.

Em carta enviada à presidente Dilma Rousseff, na semana passada, CUT, Força Sindical e UGT sugerem que a medida seja aplicada por um período de ao menos 12 meses.

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A proposta conta com o apoio do ex-presidente Lula, que manifestou preocupação com a ameaça de demissões no ABC paulista.

Leia aqui reportagem de Natuza Nery sobre o assunto.

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