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Guru de Marina, Giannetti declara apoio a Aécio

"Com Dilma, não dá. Eu, pessoalmente, apoio o Aécio. Mas não é uma posição da coligação. Porque eu acho que não vai ser bom para o Brasil mais quatro anos de Dilma. É muito tempo no poder. Eu acho que o primeiro mandato do Lula foi excepcional. Esse bom caminho começou a se perder e se aprofundou ao pior no mandato da Dilma", afirmou o economista Eduardo Giannetti da Fonseca, responsável pela área econômica do programa de governo de Marina Silva

"Com Dilma, não dá. Eu, pessoalmente, apoio o Aécio. Mas não é uma posição da coligação. Porque eu acho que não vai ser bom para o Brasil mais quatro anos de Dilma. É muito tempo no poder. Eu acho que o primeiro mandato do Lula foi excepcional. Esse bom caminho começou a se perder e se aprofundou ao pior no mandato da Dilma", afirmou o economista Eduardo Giannetti da Fonseca, responsável pela área econômica do programa de governo de Marina Silva (Foto: Roberta Namour)
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247 – Coordenador da área econômica do programa de governo de Marina Silva, o economista Eduardo Giannetti da Fonseca, já declarou apoio ao candidato tucano Aécio Neves, que disputará o segundo turno contra a presidente Dilma Rousseff. Ele ressalta que não fala na condição de porta-voz de Marina.

"Com Dilma, não dá. Eu, pessoalmente, apoio o Aécio. Mas não é uma posição da coligação. Porque eu acho que não vai ser bom para o Brasil mais quatro anos de Dilma. É muito tempo no poder. Eu acho que o primeiro mandato do Lula foi excepcional. De alta qualidade. Talvez a melhor coisa da democracia brasileira em muito tempo. A gente ter tido aquela alternância de poder com a seriedade com que ela foi conduzida. Esse bom caminho começou a se perder no segundo mandato do Lula, e se aprofundou ao pior no mandato da Dilma", afirmou o economista.

Durante a campanha da ex-senadora, ele disse que épossível reverter o quadro de deterioração econômica ainda em 2015. "Isso ocorreu no primeiro ano do segundo mandato do Fernando Henrique e ocorreu no primeiro ano do primeiro mandato do Lula. Não é muito diferente. Agora, tem de restabelecer a confiança. Com a Dilma não vai ter isso. A chance que a gente tem é com o Aécio", afirmou.