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Economia

Ibovespa fecha em alta pelo terceiro dia seguido

Bolsa brasileira encerra a quinta-feira com valorizao de 3,79% aos 53.343 pontos; aes da Usiminas disparam 14%

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247_O Ibovespa confirmou nesta quinta-feira a terceira alta consecutiva e fechou com ganhos de 3,79% aos 53.343 pontos, com giro financeiro de R$ 8,5 bilhões. Com esse desempenho, a bolsa brasileira deixa a linha vermelha nesta semana e acumula ganho de 0,7%. Ainda é pouco para reverter a queda de 23% no ano, mas já alivia uma semana que começou com muitos temores - somente na segunda-feira, a perda foi de 8%. 

Nesse embalo, as bolsas internacionais também fecharam o dia com ganhos. Na Europa, as altas foram bastante expressivas: Alemanha 3,3%; Espanha 3,5%; Inglaterra 3,1% e França 2,9%. Os índices americanos não ficaram atrás: Dow Jones 3,95%, Nasdaq 4,69% e S&P 500 4,63%. Na tarde desta quinta-feira, em encontro com trabalhadores, o presidente Barack Obama disse que a crise da dívida na Europa está "se aproximando" da costa dos EUA e que o recente rebaixamento do rating do país era evitável, se o Congresso tivesse trabalhado em conjunto para resolver os problemas fiscais.

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As ações de siderúrgicas foram os destaques do pregão na BM&FBovespa. As duas ações da Usiminas USIM3 e USIM5 subiram 14% e 13,1%, respectivamente. Gerdau completou o pódio com alta de 10,3%. Entre as baixas, destaque para a queda de 5,4% da Eletropaulo.

PRÉ-ABERTURA - Um, os Estados Unidos, perdeu o triplo A, mas continua recebendo capital. Outro, a França, manteve o triplo A, mas não suporta o peso da desconfiança. Essa ambivalência de comportamento dos investidores é uma amostra do clima de forte insegurança que domina o mercado internacional.

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Nesse contexto, as bolsas são o mercado que sentem de forma imediata as mudanças de humor repentino e radical dos investidores. Hoje, a Bolsa de Tóquio fechou em baixa de 0,6%, no rescaldo do mercado ocidental de ontem, que trabalho o dia preocupado com os rumos da crise na Europa.

A desconfiança sobre a capacidade de pagamento da Itália, Espanha, Portugal e Irlanda contaminou a França. O ponto nevrálgico do nervosismo passou a ser o setor bancário. As ações de vários bancos franceses e italianos caíram fortemente, arrastando as bolsas junto. Bancos são grandes carregadores de títulos da dívida desses países. A Bolsa de Paris caiu mais de 5% ontem.

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Hoje, Paris começou o dia em alta, mas já cedeu e operava em queda de 1% há pouco. Da mesma forma, as Bolsas de Londres, Frankfurt, Milão e Madri iniciaram seus pregões em alta, mas estão perdendo força, alternando pequenas quedas.

Por correlação, a desconfiança e o medo migraram para o mercado americano, fazendo desabar as ações do Bank of America, Goldman Sachs e Citigroup, que perderam cerca de 10%. O Índice Dow Jones, referência da Bolsa de Nova York, caiu mais de 5%. Hoje de manhã, os futuros tateavam em terreno positivo.

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A Bovespa continua na expectativa de novos rumos. A certeza de que o Brasil tem diferenciais importantes não significa imunidade à crise. A forte perda de valor de mercados dos grandes bancos internacionais pode forçar aumento de capital dessas instituições, gerando uma redução na liquidez dos fluxos de capital para financiamento do Brasil. 

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