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IGP-M, a inflação do aluguel, tem queda e vai a 0,20% em outubro

Desaceleração da alta dos preços no atacado levou o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M),,utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel de imóveis, a terminar outubro com alta de 0,20%, contra avanço de 0,47% no mês anterior, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV)

Itabora� (RJ) - An�ncios de aluguel se espalham pela cidade. Ao fundo a Pousada do Trabalhador que servia de alojamento para funcion�rios das obras do Comperj e que agora encontra-se vazia (T�nia R�go/Ag�ncia Brasil) (Foto: Paulo Emílio)

Reuters - A desaceleração da alta dos preços no atacado levou o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) a terminar outubro com alta de 0,20 por cento, contra avanço de 0,47 por cento no mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira.

O resultado deste mês ficou abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters de avanço de 0,31 por cento.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60 por cento do indicador geral, terminou o mês com alta de 0,16 por cento, depois de subir 0,74 por cento no período anterior.

Dentro do IPA, as Matérias-Primas Brutas recuaram 1,05 por cento, ante alta de 1,81 por cento anteriormente. Segundo a FGV,

os itens que mais contribuíram para o movimento foram o minério de ferro, os bovinos e a mandioca.

Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), com peso de 30 por cento no IGP-M, passou a avançar 0,28 por cento, depois de ter recuado 0,09 por cento em setembro.

A principal contribuição para essa alta partiu do grupo Alimentação, cujos preços subiram 0,18 por cento, contra queda de 0,82 por cento em setembro, com destaque para o comportamento do item hortaliças e legumes.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) acelerou a alta a 0,19 por cento em outubro, de 0,14 por cento no mês anterior.

O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel de imóveis.