Incerteza política faz confiança do empresário do comércio cair 1 ponto em agosto

Índice de Confiança do Comércio, da Fundação Getulio Vargas (FGV) recuou 1 ponto entre julho e agosto deste ano; indicador atingiu 82,4 pontos, o menor nível desde janeiro passado; queda do índice atingiu empresários de nove dos 13 segmentos do comércio pesquisados. Os empresários estão menos confiantes tanto no presente (queda de 1,8 ponto, para 77,4 pontos), quanto no futuro (queda de 0,3 ponto, para 88,1 pontos); de acordo com a FGV, tanto os consumidores quanto os empresários do comércio sentem o efeito do aumento de uma incerteza no cenário político nacional

Índice de Confiança do Comércio, da Fundação Getulio Vargas (FGV) recuou 1 ponto entre julho e agosto deste ano; indicador atingiu 82,4 pontos, o menor nível desde janeiro passado; queda do índice atingiu empresários de nove dos 13 segmentos do comércio pesquisados. Os empresários estão menos confiantes tanto no presente (queda de 1,8 ponto, para 77,4 pontos), quanto no futuro (queda de 0,3 ponto, para 88,1 pontos); de acordo com a FGV, tanto os consumidores quanto os empresários do comércio sentem o efeito do aumento de uma incerteza no cenário político nacional
Índice de Confiança do Comércio, da Fundação Getulio Vargas (FGV) recuou 1 ponto entre julho e agosto deste ano; indicador atingiu 82,4 pontos, o menor nível desde janeiro passado; queda do índice atingiu empresários de nove dos 13 segmentos do comércio pesquisados. Os empresários estão menos confiantes tanto no presente (queda de 1,8 ponto, para 77,4 pontos), quanto no futuro (queda de 0,3 ponto, para 88,1 pontos); de acordo com a FGV, tanto os consumidores quanto os empresários do comércio sentem o efeito do aumento de uma incerteza no cenário político nacional (Foto: Paulo Emílio)
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Vitor Abdala, repórter da Agência Brasil - O Índice de Confiança do Comércio, da Fundação Getulio Vargas (FGV) recuou 1 ponto entre julho e agosto deste ano. O indicador atingiu 82,4 pontos, em uma escala de zero a 200, o menor nível desde janeiro passado.

A queda do índice atingiu empresários de nove dos 13 segmentos do comércio pesquisados. Os empresários estão menos confiantes tanto no presente (queda de 1,8 ponto, para 77,4 pontos), quanto no futuro (queda de 0,3 ponto, para 88,1 pontos).

De acordo com a FGV, tanto os consumidores quanto os empresários do comércio sentem o efeito do aumento de uma incerteza no cenário político nacional. Depois da liberação dos recursos das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o comércio está "em compasso de espera" por notícias que deem mais segurança ao setor.

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