Incerteza sobre futuro da economia avança 8,1 pontos, diz FGV

Indicador de Incerteza da Economia, da Fundação Getulio Vargas (FGV), avançou 8,1 pontos de março para abril e chegou 117,3 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, maior nível desde setembro do ano passado (121, 5 pontos); indicado se soma aos 13,1 milhões de desempregados registrado no primeiro trimestre o governo Jair Bolsonaro, segundo dados do IBGE

Incerteza sobre futuro da economia avança 8,1 pontos, diz FGV
Incerteza sobre futuro da economia avança 8,1 pontos, diz FGV

Vitor Abdala, repórter da Agencia Brasil - O Indicador de Incerteza da Economia, da Fundação Getulio Vargas (FGV), avançou 8,1 pontos de março para abril e chegou 117,3 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Esse é o maior nível desde setembro do ano passado (121, 5 pontos).

A alta do indicador foi influenciada por seus dois componentes. O componente de mídia, baseado na frequência de notícias com menção à incerteza na imprensa, subiu 6,4 pontos. O componente de expectativa, construído a partir das previsões dos analistas econômicos, teve alta de 11,4 pontos.

De acordo com a pesquisadora Raíra Marotta, uma série de fatores contribuíram para a alta do indicador, como a instabilidade política do governo, a gradual tendência à revisão dos indicadores da economia e a guerra comercial entre Estados Unidos e China.

Para Raíra, nos próximos meses, "na medida em que o governo consiga avançar no alinhamento com o Congresso, é possível que o indicador volte a recuar".

(Leia mais no Brasil 247).

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