Investidor lucra R$ 1 bi em um dia com Eletrobras

Dono do Banco Clássico, José João Abdalla Filho, mais conhecido como Juca Abdalla, teve um lucro astronômico decorrentes da valorização de 50% das ações ordinárias da Eletrobras, após o anúncio feito pelo governo de que a estatal será privatizada; nesta quarta, com a queda de 11,8% nas ações, o ganho caiu para cerca de R$ 613 milhões; já o governo federal, que detém 63% do controle da Eletrobras, teve um ganho de quase R$ 3,8 bilhões decorrente da alta dos papéis da estatal

Dono do Banco Clássico, José João Abdalla Filho, mais conhecido como Juca Abdalla, teve um lucro astronômico decorrentes da valorização de 50% das ações ordinárias da Eletrobras, após o anúncio feito pelo governo de que a estatal será privatizada; nesta quarta, com a queda de 11,8% nas ações, o ganho caiu para cerca de R$ 613 milhões; já o governo federal, que detém 63% do controle da Eletrobras, teve um ganho de quase R$ 3,8 bilhões decorrente da alta dos papéis da estatal
Dono do Banco Clássico, José João Abdalla Filho, mais conhecido como Juca Abdalla, teve um lucro astronômico decorrentes da valorização de 50% das ações ordinárias da Eletrobras, após o anúncio feito pelo governo de que a estatal será privatizada; nesta quarta, com a queda de 11,8% nas ações, o ganho caiu para cerca de R$ 613 milhões; já o governo federal, que detém 63% do controle da Eletrobras, teve um ganho de quase R$ 3,8 bilhões decorrente da alta dos papéis da estatal (Foto: Paulo Emílio)

247 - O dono do Banco Clássico, José João Abdalla Filho, mais conhecido como Juca Abdalla, teve um lucro astronômico decorrentes da valorização de 50% das ações ordinárias da Eletrobras, após o anúncio feito pelo governo de que a estatal será privatizada.

Na terça-feira, Abdalla viu seus ganhos engordarem em quase R$ 1 bilhão. Nesta quarta, com a queda de 11,8%, o ganho caiu para cerca de R$ 613 milhões.

Abdala, que detém 12,5% do capital votante da Eletrobras, é considerado o maior acionista minoritário da estatal. Segundo o jornal Valor Econômico, "o investimento de Juca Abdalla em ações da Eletrobras valia R$ 2,5 bilhões ontem. Além da estatal de energia, ele tem participações relevantes na Engie, antiga Tractebel (10% do capital), Ceg Rio (8,84%), entre outras participações. O empresário também investe em Cemig, Eneva e Equatorial".

Outro acionista que foi beneficiado pela alta das ações da Eletrobras foi a gestora 3G Radar. A empresa viu sua participação subir para R$ 78 milhões na terça-feira – dia do anúncio que a estatal será privatizada -, apesar de ter caído para R$ 49 milhões no dia seguinte. O banco americano J.P. Morgan também figura como um acionista minoritário relevante.

Já o Governo Federal, que detém 63% do controle da Eletrobras, teve um ganho de quase R$ 3,8 bilhões decorrente da alta dos papéis da estatal. O valor da fatia acionária direta passou de R$ 2,5 bilhões, para R$ 10,3 bilhões, enquanto as do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e dos fundos governamentais subiram R$ 1,3 bilhões, para R$ 5,7 bilhões.

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