Investidores ignoram racismo e assassinato no Carrefour e ações da empresa fecham em alta

Apesar do crime que chocou o país e gerou repercussão internacional, as ações do Carrefour Brasil fecharam em alta de 0,49%, confirmando críticas de intelectuais de que o racismo é parte estrutural do capitalismo

Carrefour / cena do assassinato de João Alberto Silveira Freitas
Carrefour / cena do assassinato de João Alberto Silveira Freitas (Foto: Reuters | Reprodução)
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247 - O mercado financeiro ignorou o assassinato do homem negro João Alberto Silveira Freitas por seguranças do Carrefour em uma unidade da rede de supermercados em Porto Alegre, na noite dessa quinta-feira (19). 

Apesar do crime que chocou o país e gerou repercussão internacional, as ações do Carrefour Brasil fecharam em alta de 0,49%, confirmando críticas de intelectuais de que o racismo é parte estrutural do capitalismo. Um dos críticos foi o jurista, professor universitário e escritor Silvio Almeida. 

O índice Ibovespa fechou a sexta-feira em queda de 0,59%, a 106.042,48 pontos, mas acumulou valorização de 1,26% na semana. O volume financeiro foi de 21,59 bilhões de reais, abaixo da média de 35,49 bilhões em novembro.

Já o dólar comercial teve valorização de 1,35%, cotado a R$ 5,3848 na compra e R$ 5,3858 na venda, mas fechou a semana com queda acumulada de 1,63%. O dólar futuro com vencimento em dezembro, por sua vez, subiu 1,49% hoje, a R$ 5,385.

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