Justiça do Rio defere pedido de recuperação judicial da Oi

O juiz Fernando Viana, da 7ª Vara Empresarial do Rio, deferiu na noite desta quarta (29) o pedido de recuperação judicial do Grupo Oi; a empresa diz ter um total de R$ 65,4 bilhões em dívidas; o juiz determinou também que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) apresente, no prazo de cinco dias, uma relação de até cinco empresas, com "idoneidade e expertise sobre a matéria", que será avaliada pela Justiça para nomeação do administrador judicial

O juiz Fernando Viana, da 7ª Vara Empresarial do Rio, deferiu na noite desta quarta (29) o pedido de recuperação judicial do Grupo Oi; a empresa diz ter um total de R$ 65,4 bilhões em dívidas; o juiz determinou também que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) apresente, no prazo de cinco dias, uma relação de até cinco empresas, com "idoneidade e expertise sobre a matéria", que será avaliada pela Justiça para nomeação do administrador judicial
O juiz Fernando Viana, da 7ª Vara Empresarial do Rio, deferiu na noite desta quarta (29) o pedido de recuperação judicial do Grupo Oi; a empresa diz ter um total de R$ 65,4 bilhões em dívidas; o juiz determinou também que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) apresente, no prazo de cinco dias, uma relação de até cinco empresas, com "idoneidade e expertise sobre a matéria", que será avaliada pela Justiça para nomeação do administrador judicial (Foto: Valter Lima)

247 - O juiz Fernando Viana, da 7ª Vara Empresarial do Rio, deferiu na noite desta quarta-feira (29) o pedido de recuperação judicial do Grupo Oi.

A empresa diz ter um total de R$ 65,4 bilhões em dívidas.

O juiz determinou também que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) apresente, no prazo de cinco dias, uma relação de até cinco empresas, com "idoneidade e expertise sobre a matéria", que será avaliada pela Justiça para nomeação do administrador judicial.

O magistrado disse que considerou o fato de a empresa ser uma das maiores do setor de telecomunicação no mundo e o impacto na economia brasileira.

"Há de se reconhecer que o presente pedido de proteção judicial é formulado por uma das maiores empresas de telecomunicações do mundo, que impacta fortemente a economia brasileira, já que alcança um universo colossal de 70 milhões de clientes, empregando mais de 140 mil brasileiros, com milhares de fornecedores, e ainda gera recolhimento de volume bilionário de impostos aos cofres públicos", escreveu o magistrado em sua decisão.

 

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