Kennedy: “BC acerta ao agir com cautela”

"Foi ruim a forma como ela foi tomada, com erros de comunicação do presidente da instituição, Alexandre Tombini", comenta o jornalista; "Mas foi a melhor decisão para o país neste momento, apesar da forte reação negativa que deverá vir de parte significativa do mercado", complementa; o Copom, do Banco Central, decidiu manter ontem a taxa Selic em 14,25% ao ano

"Foi ruim a forma como ela foi tomada, com erros de comunicação do presidente da instituição, Alexandre Tombini", comenta o jornalista; "Mas foi a melhor decisão para o país neste momento, apesar da forte reação negativa que deverá vir de parte significativa do mercado", complementa; o Copom, do Banco Central, decidiu manter ontem a taxa Selic em 14,25% ao ano
"Foi ruim a forma como ela foi tomada, com erros de comunicação do presidente da instituição, Alexandre Tombini", comenta o jornalista; "Mas foi a melhor decisão para o país neste momento, apesar da forte reação negativa que deverá vir de parte significativa do mercado", complementa; o Copom, do Banco Central, decidiu manter ontem a taxa Selic em 14,25% ao ano (Foto: Gisele Federicce)
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247 – A decisão do Copom de manter a taxa Selic em 14,25% ao ano foi "acertada", apesar de ruim a forma como foi tomada, avalia o jornalista Kennedy Alencar.

"Foi ruim a forma como ela foi tomada, com erros de comunicação do presidente da instituição, Alexandre Tombini. Ao longo de semanas, o BC deu sinais de que elevaria a Selic. Na última hora, emitiu outra mensagem. Houve um vaivém amador que prejudicou a ação do BC", comenta.

"Mas foi a melhor decisão para o país neste momento, apesar da forte reação negativa que deverá vir de parte significativa do mercado", complementa Kennedy. Ele destaca que "os juros no Brasil já estão num patamar alto" e que "pedir mais juros numa hora de recessão, de aumento da dívida pública e de dificuldade fiscal pode criar um cenário de terra arrasada na vida real das pessoas e das empresas".

Leia aqui a íntegra.

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