Lemann é a mão invisível da venda da Eletrobras

Bilionário Jorge Paulo Lemann, dono da Ambev e homem mais rico do Brasil, é quem pilota a privatização da Eletrobras, segundo denunciam funcionários da estatal; membros da Aeel (Associação dos Empregados da Eletrobras) chamam a atenção para manobra feita para trazer de volta, na calada da noite da sexta passada, Oscar Salomão, que havia sido exonerado da estatal por ordem judicial; homem-forte de Lemann e do atual presidente da Eletrobras, Salomão está ligado a privatizações do setor elétrico desde a década de 1990

Bilionário Jorge Paulo Lemann, dono da Ambev e homem mais rico do Brasil, é quem pilota a privatização da Eletrobras, segundo denunciam funcionários da estatal; membros da Aeel (Associação dos Empregados da Eletrobras) chamam a atenção para manobra feita para trazer de volta, na calada da noite da sexta passada, Oscar Salomão, que havia sido exonerado da estatal por ordem judicial; homem-forte de Lemann e do atual presidente da Eletrobras, Salomão está ligado a privatizações do setor elétrico desde a década de 1990
Bilionário Jorge Paulo Lemann, dono da Ambev e homem mais rico do Brasil, é quem pilota a privatização da Eletrobras, segundo denunciam funcionários da estatal; membros da Aeel (Associação dos Empregados da Eletrobras) chamam a atenção para manobra feita para trazer de volta, na calada da noite da sexta passada, Oscar Salomão, que havia sido exonerado da estatal por ordem judicial; homem-forte de Lemann e do atual presidente da Eletrobras, Salomão está ligado a privatizações do setor elétrico desde a década de 1990 (Foto: Gisele Federicce)

247 - Funcionários da Eletrobras chamam a atenção para a mão invisível do empresário Jorge Paulo Lemann, dono da Ambev e homem mais rico do Brasil, nos interesses de privatização da Eletrobras.

Membros da Aeel, a associação de empregados da estatal, destacam a participação de um de Oscar Salomão, homem de confiança de Lemann.

Exonerado da Eletrobras após uma ordem judicial em agosto, Oscar Salomão foi, na calada da noite de sexta feira passada, 20 de outubro, nomeado presidente da Eletropar, uma das subsidiárias da estatal que conta com menos de 10 funcionários, Oscar foi o homem forte de muitas privatizações do setor elétrico desde a década de 90 (CEMAR, CTEEP, CELPA, CESP, AES) e era considerado braço direito do presidente, Wilson Pinto.

Ele também estava à frente do recente processo de privatização da Eletrobras e da CELG-D, que foi concluído em 2016. Em agosto, após ser exonerado por conta de uma decisão judicial que determinou a exoneração dos assistentes não concursados, Oscar foi denunciado pelo sindicato por trabalhar de forma irregular na Eletrobras.

Segundo o sindicato, mesmo após a exoneração, ele teria chefiado a equipe da Eletrobras nas reuniões no BNDES sobre a privatização da Eletrobras. O sindicato levou o caso ao Ministério Público.

"A intenção e o desafio do presidente da Eletrobras, Wilson Pinto, é arrumar alguma forma de colocar de novo Oscar, homem forte do Lemann, a frente desses processos. Na condição de presidente uma subsidiária esvaziada e de tão pouca expressão, não vai ser fácil justificar essa manobra.

Todavia, dada a desfaçatez e cinismo dos envolvidos e dado o grande interesse do Lemann nas distribuidoras CEAL e CEPISA e nas SPEs da Eletrobras, tudo é possível. Já não se respeita mais nada, regras da CVM, da SOX, TCU ou MP. Já não há nem mais a preocupação em disfarçar o crime lesa pátria!", dizem os funcionários, em comunicado.

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