Levy: é importante entender a emergência fiscal

“A dificuldade de alcançar a meta este ano não é porque se gastou muito, mas porque a receita caiu muito além de qualquer previsão nossa ou do mercado”, disse o ministro da Fazenda, Joaquim Levy; segundo ele, apesar do bloqueio de R$ 10,7 bilhões, que entra em vigor amanhã, gastos essenciais serão pagos; ele afirma ainda que ter um superávit mínimo ano que vem é essencial; caso contrário, o Brasil corre o risco de ficar que nem a Grécia, “um país com problemas estruturais, que não consegue poupar nada para pagar a dívida"

Audiência pública com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, para tratar da PEC 004/15 - Prorrogação da DRU até 2019 Data: 24/11/2015 - Foto Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
Audiência pública com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, para tratar da PEC 004/15 - Prorrogação da DRU até 2019 Data: 24/11/2015 - Foto Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados (Foto: Roberta Namour)

247 - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que o país vive “emergência fiscal”. Segundo ele, mesmo com o bloqueio de R$ 10,7 bi, gastos essenciais serão pagos. “A dificuldade de alcançar a meta este ano não é porque se gastou muito, mas porque a receita caiu muito além de qualquer previsão nossa ou do mercado”, disse.

Em entrevista ao Globo, ele afirma que ter um superávit mínimo ano que vem é essencial. Caso contrário, o Brasil corre o risco de ficar que nem a Grécia, “um país com problemas estruturais, que não consegue poupar nada para pagar a dívida".

“O fundamental é que é possível 2016 ser um ano de crescimento. Para isso, precisamos vencer agora os impasses políticos e certa abulia de alguns segmentos empresariais em ratificar um plano mínimo de reforma estrutural, com menos gastos e os impostos”, completou (leia aqui).

 

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