Levy: não há 'pedalada' em contas de 2015

Questionado sobre qual seria o tamanho da "pedalada" do governo em valores, ministro da Fazenda respondeu que "não há pedalada"; "Nós estamos preparados evidentemente para enfrentar despesas do passado, que nesse trabalho de reequilíbrio, já temos tentado. Ao longo desse anos, temos várias despesas de anos anteriores. É normal, toda vez que faz um reequilíbrio. É um trabalho importante para colocar a casa em ordem e poder seguir em frente"

Questionado sobre qual seria o tamanho da "pedalada" do governo em valores, ministro da Fazenda respondeu que "não há pedalada"; "Nós estamos preparados evidentemente para enfrentar despesas do passado, que nesse trabalho de reequilíbrio, já temos tentado. Ao longo desse anos, temos várias despesas de anos anteriores. É normal, toda vez que faz um reequilíbrio. É um trabalho importante para colocar a casa em ordem e poder seguir em frente"
Questionado sobre qual seria o tamanho da "pedalada" do governo em valores, ministro da Fazenda respondeu que "não há pedalada"; "Nós estamos preparados evidentemente para enfrentar despesas do passado, que nesse trabalho de reequilíbrio, já temos tentado. Ao longo desse anos, temos várias despesas de anos anteriores. É normal, toda vez que faz um reequilíbrio. É um trabalho importante para colocar a casa em ordem e poder seguir em frente" (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou nesta sexta-feira 23 que "não há pedalada" no Orçamento de 2015 da União. Questionado sobre qual seria o tamanho da "pedalada" do governo em valores, ministro da Fazenda respondeu que "não há pedalada".

"Nós estamos preparados evidentemente para enfrentar despesas do passado, que nesse trabalho de reequilíbrio, já temos tentado. Ao longo desse anos, temos várias despesas de anos anteriores. É normal, toda vez que faz um reequilíbrio. É um trabalho importante para colocar a casa em ordem e poder seguir em frente", disse.

Leia mais sobre seu discurso desta sexta na reportagem da Agência Brasil:

Levy quer simplificar recolhimento de tributos

Daniel Mello, da Agência Brasil - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse hoje (23) que a capacidade de recuperação da economia brasileira é muito grande e que há chances significativas de retomada do crescimento no ano que vem. "As pessoas estão ainda um pouquinho retraídas por outros fatores. Mas eu acredito que o potencial de crescimento da nossa economia está presente, e a possibilidade de recuperação no ano que vem não é nada desprezível", afirmou, ao participar do 10º Encontro Nacional de Administradores Tributários, na sede do ministério na capital paulista.

Segundo o ministro, algumas medidas tomadas pelo governo começam a surtir efeito. "Nossa economia já tem respondido positivamente. Eu tenho absoluta convicção que, superadas algumas turbulências que a gente está vendo nesses dias, haverá uma recuperação importante e, com isso, nós também vamos ver a arrecadação respondendo de uma maneira positiva", disse.

Levy defendeu adoção de ações para simplificar o recolhimento de tributos, a fim de contribuir para a retomada do crescimento econômico. "São avanços que vão aumentar a nossa capacidade de arrecadar e, ao mesmo tempo, facilitar a vida de quem está gerando riqueza e bem-estar para a população, que são os contribuintes", destacou. Entre as ações nesse sentido, o ministro citou a reforma do Programa Integração Social (PIS) e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

"Acho que a palavra-chave para o Brasil é produtividade. E a gente conseguir diminuir o custo das obrigações com impostos é muito importante. A governança fiscal será cada vez mais importante".

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