Maior companhia ferroviária, AAL pode perder concessão

Governo tem encontrado dificuldades para negociar com a empresa para dar início ao programa de concessão das ferrovias; AAL também tem sido alvo de reclamação do usuários por má prestação de serviços e por quebra de contratos; na próxima segunda-feira, integrantes do governo irão discutir a situação da ALL, em reunião convocada pela presidente Dilma

Governo tem encontrado dificuldades para negociar com a empresa para dar início ao programa de concessão das ferrovias; AAL também tem sido alvo de reclamação do usuários por má prestação de serviços e por quebra de contratos; na próxima segunda-feira, integrantes do governo irão discutir a situação da ALL, em reunião convocada pela presidente Dilma
Governo tem encontrado dificuldades para negociar com a empresa para dar início ao programa de concessão das ferrovias; AAL também tem sido alvo de reclamação do usuários por má prestação de serviços e por quebra de contratos; na próxima segunda-feira, integrantes do governo irão discutir a situação da ALL, em reunião convocada pela presidente Dilma (Foto: Valter Lima)

247 - A maior companhia ferroviária do país, a América Latina Logística (AAL) poderá ter sua concessão federal cassada, diante das dificuldades que o governo tem encontrado para negociar com a empresa para dar início ao programa de concessão das ferrovias, por causa da reclamação do usuários por má prestação de serviços e por quebra de contratos. Na próxima segunda-feira, integrantes do governo irão discutir a situação da ALL. Reunião foi convocada pela presidente Dilma Rousseff.

A ALL controla 13 mil km de vias férreas no Sul, no Centro-Oeste e em São Paulo e é o resultado da união de quatro malhas ferroviárias federais concedidas nos anos 1990. Neste ano, teve a concessão de cerca de 8.000 km de malha cassada pelo governo argentino, sob o argumento de falta de investimento e falha no serviço. Desde 2009, a ALL recebeu 265 multas do governo brasileiro, no valor total de R$ 111 milhões, por diversos problemas, como abandono da malha, falta de prestação de serviço e preços abusivos. Os números são de reportagem do jornal Folha de S. Paulo.

 

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