Meirelles defende ajuste e manter reservas

ex-presidente do Banco Central (BC) Henrique Meirelles, que poderia voltar ao governo com a nomeação do ex-presidente Lula na Casa Civil, defendeu a preservação das reservas internacionais, o ajuste fiscal e a realização de reformas, sem as quais considera que o Brasil crescerá muito pouco na próxima década; ele afirma que o País pode encerrar 2016 com uma queda de até 4% no PIB, atingindo a maior recessão da história, após o resultado negativo no ano passado, de -3,8%; “O desafio maior é porque existe de fato muita incerteza”, completou

ex-presidente do Banco Central (BC) Henrique Meirelles, que poderia voltar ao governo com a nomeação do ex-presidente Lula na Casa Civil, defendeu a preservação das reservas internacionais, o ajuste fiscal e a realização de reformas, sem as quais considera que o Brasil crescerá muito pouco na próxima década; ele afirma que o País pode encerrar 2016 com uma queda de até 4% no PIB, atingindo a maior recessão da história, após o resultado negativo no ano passado, de -3,8%; “O desafio maior é porque existe de fato muita incerteza”, completou
ex-presidente do Banco Central (BC) Henrique Meirelles, que poderia voltar ao governo com a nomeação do ex-presidente Lula na Casa Civil, defendeu a preservação das reservas internacionais, o ajuste fiscal e a realização de reformas, sem as quais considera que o Brasil crescerá muito pouco na próxima década; ele afirma que o País pode encerrar 2016 com uma queda de até 4% no PIB, atingindo a maior recessão da história, após o resultado negativo no ano passado, de -3,8%; “O desafio maior é porque existe de fato muita incerteza”, completou (Foto: Roberta Namour)

247 - O ex-presidente do Banco Central (BC) Henrique Meirelles, que poderia voltar ao governo com a nomeação do ex-presidente Lula na Casa Civil, defendeu nesta quinta-feira, a preservação das reservas internacionais, o ajuste fiscal e a realização de reformas, sem as quais considera que o Brasil crescerá muito pouco na próxima década.

Em entrevista ao ‘Estado de S. Paulo’, ele afirma que o País pode encerrar 2016 com uma queda de até 4% no Produto Interno Bruto (PIB), atingindo a maior recessão da história, após o resultado negativo no ano passado, de -3,8%. “O desafio maior é porque existe de fato muita incerteza”, completou.

Para Meirelles, a única chance de elevar o potencial de crescimento do PIB a 4% ao ano é realizar reformas como a tributária e a previdenciária, “no sentido de gerar mais eficiência trabalhista”. O plano é criticado pelo PT (leia aqui).

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