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Meirelles: primeiro passo é adotar metas críveis

Escolhido para como ministro da Fazenda num possível governo Michel Temer, o ex- presidente do Banco Central Henrique Meirelles disse em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, que o primeiro passo da nova nova equipe econômica tem de ser um encontro com a realidade das contas públicas: “Metas realistas, críveis, que serão cumpridas. Isso é muito importante. Todos, cada vez mais, têm de ficar confiantes que o que é sinalizado ou o que é declarado como meta é cumprido”

Escolhido para como ministro da Fazenda num possível governo Michel Temer, o ex- presidente do Banco Central Henrique Meirelles disse em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, que o primeiro passo da nova nova equipe econômica tem de ser um encontro com a realidade das contas públicas: “Metas realistas, críveis, que serão cumpridas. Isso é muito importante. Todos, cada vez mais, têm de ficar confiantes que o que é sinalizado ou o que é declarado como meta é cumprido” (Foto: Roberta Namour)

247 – Escolhido para como ministro da Fazenda num possível governo Michel Temer, o ex- presidente do Banco Central Henrique Meirelles disse em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, que a nova equipe econômica tem de ter metas realistas. Segundo ele, o primeiro passo tem de ser um encontro com a realidade das contas públicas:

“Metas realistas, críveis, que serão cumpridas. Isso é muito importante. Todos, cada vez mais, têm de ficar confiantes que o que é sinalizado ou o que é declarado como meta é cumprido”, declarou.

Meirelles avaliou que o principal desafio será reverter a expectativa sobre a trajetória do crescimento da dívida pública.

“Mostrar claramente que as medidas que estão sendo propostas e que serão aprovadas, muito provavelmente, pelo Congresso, à medida que sejam (aprovadas), vão permitir que a trajetória da dívida pública brasileira seja sustentável e os efeitos, mais rápidos. De maneira que o risco possa ter reação bem rápida. O investimento e a confiança possam voltar com tempo suficiente para a economia reagir rapidamente”, afirmou.