Micro e pequenas empresas têm faturamento estável em setembro

Dado faz parte da ltima edio da pesquisa Indicadores Sebrae-SP, divulgada hoje; receita registrou ligeira alta ante o mesmo ms de 2010, totalizando R$ 26,9 bilhes

Micro e pequenas empresas têm faturamento estável em setembro
Micro e pequenas empresas têm faturamento estável em setembro (Foto: Glauce Sereno )
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As micro e pequenas empresas paulistas registraram em setembro estabilidade no faturamento real ante o mesmo mês de 2010. O dado faz parte da última edição da pesquisa Indicadores Sebrae-SP, divulgada hoje e realizada em colaboração com a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). A receita dos micro e pequenos negócios registrou ligeira alta em setembro de 0,1%, totalizando um montante de R$ 26,9 bilhões.

Na variação mês a mês, o faturamento médio registrou queda de 6 5% ante agosto deste ano. O recuo, na avaliação dos economistas do Sebrae-SP, era esperado, uma vez que o mês de setembro apresentou dois dias úteis a menos que agosto. As micro e pequenas empresas respondem atualmente por 20% do Produto Interno Bruto (PIB).

O levantamento aponta ainda que, na comparação com setembro de 2010, o segmento industrial apresentou uma redução na receita de 2,5%, a quarta queda mensal consecutiva. A entidade atribui o recuo no faturamento à concorrência, em alguns segmentos, dos produtos importados. A pesquisa registra alta de 1,9%, ante setembro de 2010, no faturamento do segmento do comércio, resultado atribuído ao bom desempenho do mercado interno no período.

No segmento de serviços, houve retração de 0,6%. O resultado interrompe uma trajetória de crescimento no setor observada desde outubro de 2009. A entidade atribui o recuo ao bom resultado apresentado pelo segmento em setembro de 2010. "A base de comparação forte influenciou a queda", explica o consultor do Sebrae-SP, Pedro João Gonçalves.

O diretor superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano, avalia que, segundo as previsões de analistas de mercado, a economia brasileira tende a apresentar menor ritmo de crescimento nos próximos meses. "Enquanto o consumo interno estiver elevado, a partir da manutenção do poder de compra da população, o setor de serviços deve ficar aquecido", ressalta.

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