Miriam Leitão, que defende política de Parente, diz que greve afeta refinarias

A paralisação nacional dos caminhoneiros tem prejudicado o fornecimento de insumos necessários ao refino de petróleo nas refinarias brasileiras o que deve acarretar problemas na produção mais à frente, diz a colunista do Globo Miriam Leitão; a Globo é um dos maiores defensores da política desastrosa de preços implantada no ano passado e que prevê reajustes quase diários por parte da Petrobras que resultou na crise atual

Jornalista Miriam Leitão e Refinaria Landulpho Alves (Rlam)
Jornalista Miriam Leitão e Refinaria Landulpho Alves (Rlam) (Foto: Paulo Emílio)
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247 - A paralisação nacional dos caminhoneiros em função dos reajustes quase diários no preço do óleo diesel não tem afetado apenas o escoamento da produção em todos dos estados do país. De acordo com a colunista do jornal O Globo Miriam Leitão, a greve dos caminhoneiros tem prejudicado o fornecimento de insumos necessários ao refino de petróleo nas refinarias brasileiras.

"É mais uma complicação provocada pela greve. Mesmo que os caminhões voltem imediatamente ao trabalho, a normalização do abastecimento demora mais. A paralisação rapidamente estrangula a distribuição de produtos e espalha efeitos por toda a economia. A correção disso é mais lenta", destaca.

"Se o país continuar nessa situação, os indicadores econômicos vão piorar. Mas isso não é o mais importante. O pior é estar na situação de desabastecimento de remédios, insumos hospitalares e alimentos", emendou.

O jornal O Globo foi um dos maiores defensores da política de preços implantada no ano passado e que prevê reajustes quase diários praticados pela Petrobras com base na cotação internacional do petróleo.

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