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Montadoras produzem menos da metade da capacidade

 A indústria automotiva brasileira produziu menos da metade de sua capacidade neste 1º bimestre de 2016, segundo a associação das montadoras, a Anfavea; "Em janeiro e fevereiro, operamos em ociosidade de 64%", disse o presidente da entidade, Luiz Moan, ao apresentar o balanço mensal; "A sustentabilidade do setor está bastante prejudicada", completou; segundo ele, o país tem capacidade para produzir 5 milhões de carros, caminhões e ônibus ao ano, mas deve fechar 2016 com 2,44 milhões fabricados, ou seja, metade da capacidade

 A indústria automotiva brasileira produziu menos da metade de sua capacidade neste 1º bimestre de 2016, segundo a associação das montadoras, a Anfavea; "Em janeiro e fevereiro, operamos em ociosidade de 64%", disse o presidente da entidade, Luiz Moan, ao apresentar o balanço mensal; "A sustentabilidade do setor está bastante prejudicada", completou; segundo ele, o país tem capacidade para produzir 5 milhões de carros, caminhões e ônibus ao ano, mas deve fechar 2016 com 2,44 milhões fabricados, ou seja, metade da capacidade (Foto: Valter Lima)

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247 - A indústria automotiva brasileira produziu menos da metade de sua capacidade neste 1º bimestre de 2016, segundo a associação das montadoras, a Anfavea. "Em janeiro e fevereiro, operamos em ociosidade de 64%", disse o presidente da entidade, Luiz Moan, ao apresentar o balanço mensal. "A sustentabilidade do setor está bastante prejudicada", completou.

Segundo ele, o país tem capacidade para produzir 5 milhões de carros, caminhões e ônibus ao ano, mas deve fechar 2016 com 2,44 milhões fabricados, ou seja, metade da capacidade.

No ano, de acordo com a previsão, as fábricas de carros usarão 50% da capacidade; as de veículos pesados, apenas 26%.

Em 2015, pela primeira vez, desde 2007, a produção de veículos no Brasil ficou abaixo de 3 milhões de unidades.

Assim, o país perdeu mais uma posição no ranking mundial: terminou em 9º lugar, atrás de China, Estados Unidos, Japão, Alemanha, Coreia do Sul, Índia, México e Espanha, de acordo com dados da associação mundial dos produtores, a Oica.

O país também caiu no ranking mundial de vendas: foi da 4ª posição, em 2014, para a 7ª, sendo ultrapassado por Alemanha, Índia e Grã-Bretanha, conforme levantamento da consultoria Jato Dynamics. O ano de 2015 foi o terceiro seguido de queda nos emplacamentos no Brasil, com um tombo de 26,5%.

Neste 1º bimestre, as vendas de veículos caíram 31% em relação ao mesmo período do ano passado. Com vendas em baixa, as montadoras reduzem a produção, a fim de manejar os estoques. Em janeiro e fevereiro saíram das fábricas 31,6% menos carros, caminhões e ônibus do que no 1º bimestre de 2015. Mesmo assim, fevereiro teve estoque para 46 dias nos pátios e concessionárias, um número considerando alto.

 

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