Na crise de Temer, só quatro incorporadoras foram lucrativas

O mercado imobiliário ainda amarga a recessão da economia provocada pelo governo de Michel Temer; no período entre abril e junho, apenas quatro companhias entre 17 de capital aberto apresentaram lucro: MRV Engenharia, EZTec, Tenda e Trisul; a Cyrela, tradicional incorporadora do País, registrou a primeira perda de sua história, ao contabilizar prejuízo de R$ 141 milhões no segundo trimestre

O mercado imobiliário ainda amarga a recessão da economia provocada pelo governo de Michel Temer; no período entre abril e junho, apenas quatro companhias entre 17 de capital aberto apresentaram lucro: MRV Engenharia, EZTec, Tenda e Trisul; a Cyrela, tradicional incorporadora do País, registrou a primeira perda de sua história, ao contabilizar prejuízo de R$ 141 milhões no segundo trimestre
O mercado imobiliário ainda amarga a recessão da economia provocada pelo governo de Michel Temer; no período entre abril e junho, apenas quatro companhias entre 17 de capital aberto apresentaram lucro: MRV Engenharia, EZTec, Tenda e Trisul; a Cyrela, tradicional incorporadora do País, registrou a primeira perda de sua história, ao contabilizar prejuízo de R$ 141 milhões no segundo trimestre (Foto: Aquiles Lins)

247 - Em um trimestre em que o setor de incorporação apresentou, novamente, queda da receita e piora do resultado líquido, apenas quatro companhias entre 17 de capital aberto apresentaram lucro no período de abril a junho - MRV Engenharia, EZTec, Tenda e Trisul. Até mesmo a Cyrela, incorporadora mais tradicional do país, fechou o trimestre com prejuízo líquido de R$ 141 milhões, primeira perda de sua história.

Há expectativa, no mercado, de aumento das vendas, neste semestre, em função de indicadores macroeconômicos, como juros em queda, aumento da captação da poupança e inflação mais baixa. Recentemente, Santander e Itaú reduziram juros do crédito imobiliário. Taxas menores possibilitam enquadramento de maior número de consumidores e contribuem para incentivar vendas e reduzir distratos. Mas as rescisões caem, principalmente, à medida que as incorporadoras concluem as entregas do último ciclo.

As informações são do jornal Valor Econômico

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