Nem tudo que é Bayer é bom

Conhecida no Brasil nos anos 60 pelo slogan "se é Bayer é bom", a fabricante de medicamentos e agroquímicos decretou oficialmente a extinção da marca Monsanto, depois de comprar a empresa norte-americana por US$ 63 bilhões; a Bayer continuará produzindo, no entanto, toda a linha de agrotóxicos que transformaram a Monsanto no alvo número 1 dos ambientalistas

Conhecida no Brasil nos anos 60 pelo slogan "se é Bayer é bom", a fabricante de medicamentos e agroquímicos decretou oficialmente a extinção da marca Monsanto, depois de comprar a empresa norte-americana por US$ 63 bilhões; a Bayer continuará produzindo, no entanto, toda a linha de agrotóxicos que transformaram a Monsanto no alvo número 1 dos ambientalistas
Conhecida no Brasil nos anos 60 pelo slogan "se é Bayer é bom", a fabricante de medicamentos e agroquímicos decretou oficialmente a extinção da marca Monsanto, depois de comprar a empresa norte-americana por US$ 63 bilhões; a Bayer continuará produzindo, no entanto, toda a linha de agrotóxicos que transformaram a Monsanto no alvo número 1 dos ambientalistas (Foto: Paulo Emílio)

247 - Conhecida no Brasil nos anos 60 pelo slogan "se é Bayer é bom", a fabricante de medicamentos e agroquímicos decretou oficialmente , na segunda-feira (4) a extinção da marca Monsanto, depois de comprar a empresa norte-americana por US$63 bilhões, negócio que deverá ser confirmado amanhã (7) pelas autoridades do governo alemão. A Bayer continuará produzindo, no entanto, toda a linha de agrotóxicos que transformaram a Monsanto no alvo número 1 dos ambientalistas, dentre os quais o Roundup, um dos herbicidas mais usados no mundo, considerado cancerígeno por estudos recentes. No passado havia os que compravam gato por lebre, amanhã haverá os que comprarão Monsanto por Bayer.

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