Odebrecht deve fechar renegociação de dívida com bancos

Segundo a colunista Mônica Bergamo, a renegociação da Odebrecht para alongar a dívida da Agroindustrial, braço do grupo no setor de etanol, prevê carência de quatro anos para que o débito, de R$ 10 bilhões, comece a ser pago; operação envolve ações da petroquímica Braskem em garantia; a Agroindustrial, segunda maior produtora de etanol do país, deve para Banco do Brasil, Santander, Itaú e Bradesco

Segundo a colunista Mônica Bergamo, a renegociação da Odebrecht para alongar a dívida da Agroindustrial, braço do grupo no setor de etanol, prevê carência de quatro anos para que o débito, de R$ 10 bilhões, comece a ser pago; operação envolve ações da petroquímica Braskem em garantia; a Agroindustrial, segunda maior produtora de etanol do país, deve para Banco do Brasil, Santander, Itaú e Bradesco
Segundo a colunista Mônica Bergamo, a renegociação da Odebrecht para alongar a dívida da Agroindustrial, braço do grupo no setor de etanol, prevê carência de quatro anos para que o débito, de R$ 10 bilhões, comece a ser pago; operação envolve ações da petroquímica Braskem em garantia; a Agroindustrial, segunda maior produtora de etanol do país, deve para Banco do Brasil, Santander, Itaú e Bradesco (Foto: Roberta Namour)

247 - A renegociação da Odebrecht para alongar a dívida da Agroindustrial, braço do grupo no setor de etanol, está prestes a ser fechada, segundo a colunista Mônica Bergamo.

O acordo prevê carência de quatro anos para que o débito, de R$ 10 bilhões, comece a ser pago. A operação envolve ações da petroquímica Braskem em garantia.

A Agroindustrial, segunda maior produtora de etanol do país, deve para Banco do Brasil, Santander, Itaú e Bradesco. Recentemente, esses bancos, e mais a Caixa Econômica Federal, separaram R$ 148 bilhões em seus balanços para fazer frente a possíveis calotes de empresas devedoras (leia aqui).

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