Padilha quer agora mexer na sua aposentadoria

Horas depois de conseguir impedir o andamento da denúncia contra Michel Temer, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse que resultado revela a “força” do governo para emplacar a agenda de reformas no Congresso ainda neste ano; “A próxima batalha é a retomada da reforma da Previdência”, afirmou, mostrando que não desistiu de acabar com a aposentadoria dos brasileiros

Brasília - O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, participa da reunião dos Grupos de Trabalho (GT) do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) na sede da Escola Nacional de Administração Pública (Enap) (José Cruz/Agência Brasil)
Brasília - O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, participa da reunião dos Grupos de Trabalho (GT) do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) na sede da Escola Nacional de Administração Pública (Enap) (José Cruz/Agência Brasil) (Foto: Giuliana Miranda)
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247 - O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse que a rejeição da denúncia contra Michel Temer pela Câmara revela a “força” do governo para emplacar a agenda de reformas no Congresso ainda neste ano. “A próxima batalha é a retomada da reforma da Previdência”, afirmou.

Mesmo com a infidelidade demonstrada por deputados do PSDB e sem reunir 308 votos – patamar necessário para aprovar mudanças na Previdência –, Padilha amenizou a crise política. “Não haverá retaliação a partidos”, assegurou o ministro. “Nós temos toda a boa vontade possível com o PSDB, que tem nosso crédito.”

"A próxima batalha é a retomada da reforma da Previdência. Este é o item número um da nossa agenda e o grande desafio que temos. A meta é ver se conseguimos, ainda neste mês de agosto, chegar ao patamar de 17 de maio (quando o governo dizia ter perto de 300 votos e veio à tona a delação da JBS), para que possamos votar a reforma na Câmara. A ideia é ter essa votação encerrada no Senado na primeira quinzena de outubro."

As informações são de reportagem de Vera Rosa no Estado de S.Paulo.

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