HOME > Economia

País precisa de grandes empresas para apontar o rumo, diz ministro

A avaliação é do ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho; no entanto, investimento de empresas decepcionou o mercado com a divulgação dos resultados do PIB do terceiro trimestre, que encolheu 0,8%, conforme dados divulgados pelo IBGE; a dupla formada pelo presidente Michel Temer e pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, derrubou todos os setores da economia - agropecuária (-1,4%), indústria (-1,3%) e serviços (-0,6%)

A avaliação é do ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho; no entanto, investimento de empresas decepcionou o mercado com a divulgação dos resultados do PIB do terceiro trimestre, que encolheu 0,8%, conforme dados divulgados pelo IBGE; a dupla formada pelo presidente Michel Temer e pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, derrubou todos os setores da economia - agropecuária (-1,4%), indústria (-1,3%) e serviços (-0,6%) (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, afirmou neste sábado (17) que o Brasil, em face do momento de "grande dificuldade" que vive, precisa de grandes empresas para "continuar nos liderando" e "apontar o rumo". No entanto, o investimento de empresas decepcionou o mercado com a divulgação dos resultados do PIB do terceiro trimestre, que encolheu 0,8%, conforme dados divulgados pelo  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, a contração foi ainda maior, de 2,9%, a décima seguida, o que comprova o altíssimo custo do golpe para a sociedade brasileira.

"Precisamos agir, governo e iniciativa privada e todos aqueles que querem inaugurar um novo momento no Brasil", afirmou o ministro, que representou o presidente Michel Temer na inauguração do complexo S11D, maior projeto de mineração do mundo, lançado pela Vale neste sábado (17).
 
De acordo com dados divulgados pelo IBGE, referentes ao terceiro trimestre deste ano mostram que confirmam que a dupla Michel Temer e Henrique Meirelles derrubaram todos os setores da economia: agropecuária (-1,4%), indústria (-1,3%) e serviços (-0,6%).

A atividade econômica do Brasil recuou em outubro pela quarta vez consecutiva e aprofundou o ritmo de contração na comparação com o mês anterior. 

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), apresentou queda de 0,48% em outubro na comparação com o mês anterior, de acordo com o Banco Central. Em setembro, o índice caiu 0,08%, em dado revisado pelo BC de alta 0,15 por cento informada anteriormente.