Para Maílson, Brasil deveria extinguir Justiça do Trabalho após reforma

Para o ex-ministro da Fazenda e economista Maílson da Nóbrega, "isso tem que começar a ser debatido"; em sua avaliação, como a reforma do governo Temer prevê a prevalência do acordado entre empregados e patrões sobre a legislação trabalhista, a Justiça do Trabalho perderá importância, na medida em que as negociações se tornarem cada vez mais frequentes e maduras; ele também defendeu o fim dos sindicatos

Para o ex-ministro da Fazenda e economista Maílson da Nóbrega, "isso tem que começar a ser debatido"; em sua avaliação, como a reforma do governo Temer prevê a prevalência do acordado entre empregados e patrões sobre a legislação trabalhista, a Justiça do Trabalho perderá importância, na medida em que as negociações se tornarem cada vez mais frequentes e maduras; ele também defendeu o fim dos sindicatos
Para o ex-ministro da Fazenda e economista Maílson da Nóbrega, "isso tem que começar a ser debatido"; em sua avaliação, como a reforma do governo Temer prevê a prevalência do acordado entre empregados e patrões sobre a legislação trabalhista, a Justiça do Trabalho perderá importância, na medida em que as negociações se tornarem cada vez mais frequentes e maduras; ele também defendeu o fim dos sindicatos (Foto: Gisele Federicce)

247 - Para o ex-ministro da Fazenda e economista Maílson da Nóbrega, depois da aprovação da reforma trabalhista do governo Temer, a Justiça do Trabalho deveria ser extinguida do País.

"Isso tem que começar a ser debatido", disse durante um seminário sobre a reforma na sede da FecomercioSP, em São Paulo, segundo reportagem do Estado de S.Paulo. Ele admitiu que a medida seria "ousada".

Em sua avaliação, como a reforma prevê a prevalência do acordado entre empregados e patrões sobre a legislação trabalhista, a Justiça do Trabalho perderá importância, na medida em que as negociações se tornarem cada vez mais frequentes e maduras.

Ele elogiou ainda o fim do imposto sindical, como prevê o texto, e defendeu que o próximo passo é acabar com a unicidade sindical.

"O sindicato é um empreendimento sem risco, porque o líder sindical não tem risco de queda de receita, não tem de lutar para angariar associados. E a unicidade sindical cria reserva de mercado, porque ninguém mais pode ser líder sindical, só aquele cara, é por isso que fundar um sindicato virou um bom negócio", disse.

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