Participação da China nas exportações brasileiras avança e já representa 31,3% do total

Enquanto isso, a participação dos Estados Unidos segue encolhendo e representa hoje 11,1% das vendas

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Brasil e China; bandeiras (Foto: Agência Brasil)
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247 – A China tem um peso quase três vezes maior do que o dos Estados Unidos nas exportações brasileiras. É o que aponta reportagem da jornalista Marta Watanabe, publicada no Valor Econômico. "O valor das exportações brasileiras avançou 34% de 2020 para 2021, mais do que compensando a perda de 5,4% no ano anterior. O crescimento levou a um embarque recorde do Brasil de US$ 280,6 bilhões no ano passado, mas o aumento teve distribuição desigual pelos destinos. O incremento dos embarques desde o pré-pandemia foi quase todo direcionado para a China, que avançou na fatia da exportação brasileira no período. A participação dos chineses nos valores embarcados pelo Brasil subiu de 28,7% em 2019 para 31,3% no ano passado. A Ásia como um todo avançou quatro pontos percentuais em igual período, atingindo 46,4% em 2021", escreve a jornalista.

"A fatia da China avançou porque de 2019 ao ano passado as exportações brasileiras ao país asiático cresceram 38,5%, em ritmo maior que a média dos embarques totais. A exportação para os Estados Unidos, União Europeia e América do Sul também avançaram de 2019 para 2021, mas a taxas menores. Com isso, a fatia americana no valor da exportação brasileira caiu de 13,4% para 11,1% nesses dois anos. Na mesma comparação a União Europeia teve redução pequena, de 13,6% para 13%, mas ficou com a menor fatia da série histórica desde 1997. Os números excluem para a série toda o Reino Unido, que saiu do bloco em dezembro de 2020. A participação da América do Sul caiu de 12,7% para 12,1% e só não foi a menor fatia histórica porque no ano passado, quando a economia da região sofreu mais em razão da pandemia, seu quinhão foi de 10,8%. A composição da pauta exportadora para cada país e região e seu nível de crescimento econômico explicam, segundo especialistas, as mudanças de participação na absorção dos produtos brasileiros", prossegue Marta Watanabe.

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