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Planalto teme que rejeição de contas leve ao rebaixamento

Mercado financeiro internacional já demonstra preocupação com o tema; equipe liderada pelo ministro Joaquim Levy já incorpora em seu cenário a possibilidade de revisão da nota de classificação de risco do Brasil pela Moody's; a tarefa agora, seria de impedir a perspectiva negativa; o TCU deu prazo de 30 dias para a presidente Dilma Rousseff justificar as "pedaladas fiscais" de 2014

Mercado financeiro internacional já demonstra preocupação com o tema; equipe liderada pelo ministro Joaquim Levy já incorpora em seu cenário a possibilidade de revisão da nota de classificação de risco do Brasil pela Moody's; a tarefa agora, seria de impedir a perspectiva negativa; o TCU deu prazo de 30 dias para a presidente Dilma Rousseff justificar as "pedaladas fiscais" de 2014 (Foto: Roberta Namour)

247 – A equipe econômica do governo teme que a recomendação, pelo Tribunal de Contas da União, da rejeição das contas de 2014 do governo Dilma resulte no rebaixamento da nota do Brasil pelas agências de risco.

Segundo a colunista Vera Magalhães, mercado financeiro internacional já demonstra preocupação com o tema.

Nesta semana, o jornal ‘Valor’ afirmou que a equipe liderada pelo ministro Joaquim Levy já incorpora em seu cenário a possibilidade de rebaixamento pela Moody's. A tarefa agora, diz, seria de impedir a perspectiva negativa, mas ressalta que não será fácil já que a agência de classificação de risco estará no país em ‘um momento de baixo crescimento econômico e de incertezas sobre o cumprimento da meta de superávit primário neste ano’.

A nota brasileira pela escala da Moody's é "baa2" e se rebaixada cairia a "baa3", último nível dentro do grau de investimento.