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Economia

Políticas do BNDES serão revistas, diz nova presidente

Questionada sobre críticas de excesso de juros subsidiados pelo BNDES, inclusive em alguns empréstimos internacionais, Maria Silvia Bastos Marques afirmou que essas questões são definidas nas políticas operacionais do banco; "Essas políticas serão todas revistas. Vamos ter respostas para isso em breve", disse; a nova presidente do banco, que tomou posse nesta qurta, disse ainda que trabalha "com controles"; "Vamos trabalhar com fatos. Vamos olhar todas as políticas operacionais, todos os empréstimos"

Brasília - A presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos, toma posse em cerimônia no Palácio do Planalto. (Marcelo Camargo/Agência Brasil) (Foto: Paulo Emílio)
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Reuters - As políticas operacionais do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) serão revistas e analisadas, afirmou nesta quarta-feira a nova presidente da instituição financeira, Maria Silvia Bastos Marques, em entrevista após sua posse no Palácio do Planalto.

Questionada sobre críticas de excesso de juros subsidiados pelo BNDES, inclusive em alguns empréstimos internacionais, Maria Silvia afirmou que essas questões são definidas nas políticas operacionais do banco.

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"Essas políticas serão todas revistas. Vamos ter respostas para isso em breve", afirmou a economista, ressaltando que não fará uma devassa no banco e nem que tudo será necessariamente alterado.

"Eu trabalho com controles. Estou formando uma diretoria de controladoria que vai ter o ´compliance´, gestão de risco, tudo organizado, e vamos trabalhar com fatos. Vamos olhar todas as políticas operacionais, todos os empréstimos", disse.

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Sobre o pagamento antecipado de 100 bilhões de reais do BNDES ao Tesouro Nacional, parcela da dívida do banco de fomento com a União, Maria Silvia afirmou que o valor foi calculado em conjunto com a instituição financeira e não afetará sua capacidade de operação.

"Os 40 bilhões (de reais) devolvidos agora foram calculados exatamente como excesso de caixa previsto para este ano comparadas as premissas de desembolso e recebimento. Os outros recursos serão devolvidos em um ou dois anos e também estão de acordo com as expectativas", afirmou ela.

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A nova presidente do BNDES afirmou que se a economia melhorar, o banco de fomento pode captar recursos privados, o que sempre fez.

"Em uma economia normal, essa possibilidade de restrição de recursos não existirá. E se existir, é um bom problema, sinal de que a economia cresceu, temos muita demanda e vamos correr atrás desse financiamento", disse.

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(Por Lisandra Paraguassu)

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