Preço da gasolina atinge o maior valor em um século no Brasil, como resultado do golpe de 2016

Derrubada da ex-presidente Dilma Rousseff teve como principal consequência econômica a mudança na política de preços da Petrobrás para que a renda do petróleo fosse desviada dos brasileiros para os acionistas privados da estatal – o que hoje provoca fome, miséria e inflação no Brasil

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(Foto: Reprodução)
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247 – Uma reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornal Valor Econômico revela um dos maiores estragos provocados pelo golpe de estado de 2016, que derrubou a ex-presidente Dilma Rousseff com o objetivo de desviar a renda do petróleo brasileiro dos brasileiros para os acionistas privados da Petrobrás. Segundo a reportagem, a gasolina atingiu no Brasil o preço mais alto em um século, mesmo já descontada a inflação.

"Os preços dos combustíveis voltaram a subir no mercado brasileiro, na semana passada, após o novo reajuste da Petrobras nas refinarias. De acordo com levantamento da Agência Nacional de Petróleo (ANP), o litro do diesel S-10, com menor teor de enxofre, subiu 4,8% em relação à semana anterior, para um valor médio, na bomba, de R$ 5,29. Já o litro da gasolina aumentou 3,15%, para R$ 6,562. Com isso, outubro se tornou o mês mais caro deste século para os consumidores da gasolina. A expectativa é que a pressão inflacionária se acentue ainda mais em novembro, de acordo com analistas", aponta a reportagem de André Ramalho e Rafael Rosas.

"Para os motoristas que abastecem os veículos flex fluel, a gasolina acumula uma alta de 45,3% no ano, nos postos. De acordo com dados da ANP, o derivado atingiu em outubro um preço médio de R$ 6,341, o patamar mais alto deste século, tanto em valores nominais quanto reais (ajustado à inflação), segundo o monitor de preços do Observatório Social da Petrobras (OSP), entidade de pesquisa ligada à Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), ao Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps) e ao Instituto Latino-Americano de Estudos Socioeconômicos (Ilaese)", informa ainda os jornalistas.

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