Presidente da Nestlé: maior risco do Brasil é o da marcha a ré social

Para Peter Brabeck, presidente do conselho de administração da Nestlé, a corrupção no Brasil é mais inquietante que a inflação alta; segundo ele, é preciso encontrar um modelo social diferente, que estabeleça a confiança: “No Brasil foram liberadas 54 milhões de brasileiros da extrema pobreza e dada a eles a esperança de se tornarem parte da classe média. E quando se começa a empurra-los de volta para a pobreza, é um perigo social extremo”

Para Peter Brabeck, presidente do conselho de administração da Nestlé, a corrupção no Brasil é mais inquietante que a inflação alta; segundo ele, é preciso encontrar um modelo social diferente, que estabeleça a confiança: “No Brasil foram liberadas 54 milhões de brasileiros da extrema pobreza e dada a eles a esperança de se tornarem parte da classe média. E quando se começa a empurra-los de volta para a pobreza, é um perigo social extremo”
Para Peter Brabeck, presidente do conselho de administração da Nestlé, a corrupção no Brasil é mais inquietante que a inflação alta; segundo ele, é preciso encontrar um modelo social diferente, que estabeleça a confiança: “No Brasil foram liberadas 54 milhões de brasileiros da extrema pobreza e dada a eles a esperança de se tornarem parte da classe média. E quando se começa a empurra-los de volta para a pobreza, é um perigo social extremo” (Foto: Roberta Namour)
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247 – O presidente do conselho de administração da Nestlé, Peter Brabeck, relaciona a queda na demanda do Brasil a um “perigo social extremo”.

Em entrevista ao Valor, ele afirma que a corrupção no Brasil é mais inquietante que a inflação alta. Diz que é preciso encontrar um modelo social diferente, que estabeleça a confiança:

“No Brasil foram liberadas 54 milhões de brasileiros da extrema pobreza e dada a eles a esperança de se tornarem parte da classe média. E quando se começa a empurra-los de volta para a pobreza, é um perigo social extremo”, diz.

“Quando você não tem uma coisa, pode ficar em letargia. Man quando você se beneficiou de algo e te empurraram de volta para a situação anterior, a pessoa não aceita. E esse é o risco maior do Brasil, de marcha a ré social”, completa (leia mais).

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