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Presidente do BID: Não apostaria contra o Brasil

Luis Alberto Moreno aposta na recuperação econômica do Brasil em 2016: "Aplaudo o ajuste. O que o Brasil está fazendo é correto e me parece que veremos no próximo ano o início de uma recuperação. Tenho fé que, a partir do ano que vem, os efeitos desse ajuste comecem a ser visíveis e resultem em melhoras na economia brasileira"; destacou ainda interesse no pacote de investimento em infraestrutura, que "vai servir ao Brasil para ganhar competitividade e gerar crescimento econômico ao mesmo tempo"

Luis Alberto Moreno aposta na recuperação econômica do Brasil em 2016: "Aplaudo o ajuste. O que o Brasil está fazendo é correto e me parece que veremos no próximo ano o início de uma recuperação. Tenho fé que, a partir do ano que vem, os efeitos desse ajuste comecem a ser visíveis e resultem em melhoras na economia brasileira"; destacou ainda interesse no pacote de investimento em infraestrutura, que "vai servir ao Brasil para ganhar competitividade e gerar crescimento econômico ao mesmo tempo" (Foto: Roberta Namour)

247- O presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) afirmou sua aposta na recuperação econômica do Brasil em 2016, como resultado dos ajustes fiscais e do plano de infraestrutura anunciados recentemente pelo governo.

"Aplaudo o ajuste. O que o Brasil está fazendo é correto e me parece que veremos no próximo ano o início de uma recuperação. Tenho fé que, a partir do ano que vem, os efeitos desse ajuste comecem a ser visíveis e resultem em melhoras na economia brasileira", afirmou o presidente do BID, Luis Alberto Moreno, em entrevista à BBC Brasil.

Ele destacou interesse no pacote de investimento em infraestrutura, que, segundo Moreno, “vai servir ao Brasil para ganhar competitividade e gerar crescimento econômico ao mesmo tempo".

"É um investimento inteligente", assegurou. "É uma maneira de se preparar para essa época de mudanças e conflitos que vive a região latino-americana. Viemos de quase quatro anos com o crescimento em queda. Parece que o Brasil está fazendo o que deve para retomar esse crescimento" (leia mais).