Presidente do BNDES inflou auditoria da 'caixa-preta' em R$ 15 milhões

O economista Gustavo Montezano, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), inflou em US$ 3,5 milhões de dólares, cerca de R$ 15 milhões, o valor da auditoria que prometia abrir a "caixa-preta" da instituição

Gustavo Henrique Moreira Montezano e Jair Bolsonaro
Gustavo Henrique Moreira Montezano e Jair Bolsonaro (Foto: Reuters | Marcos Corrêa/PR)

247 - A atual gestão do BNDES, presidida pelo economista Gustavo Montezano, aumentou em 25% por meio de um aditivo o preço da auditoria na chamada "caixa preta" da instituição. O aditivo foi publicado em 25 de outubro do ano passado. 

Assim, a Cleary Gottlieb Steen & Hamilton, escritório contratado para realizar os serviços aumentou seu faturamento de US$ 14 milhões para US$ 17,5 milhões, informa reportagem de O Estado de S.Paulo.

O BNDES contratou, pelo valor de R$ 48 milhões, um escritório estrangeiro para fazer a auditoria da chamada "caixa preta". O relatório da inspeção não encontrou indícios de corrupção. 

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