Próximo governo pegará um país melhor, diz secretário do Tesouro

Secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, disse que o próximo governo, que assume no dia 1º de janeiro, terá um cenário mais favorável do que em 2016, quando Michel Temer assumiu o governo; Mansueto não citou, entretanto os prejuízos provocados ao País pelo golpe parlamentar que retirou a presidente Dilma Rousseff sem comprovação de crime de responsabilidade, bem como do reflexo da operação Lava Jato na eliminação de milhares de empregos na cadeia de óleo e gás, na indústria naval e na área de engenharia do País 

Próximo governo pegará um país melhor, diz secretário do Tesouro
Próximo governo pegará um país melhor, diz secretário do Tesouro

247 com Agência Brasil - O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, disse que o próximo governo, que assume no dia 1º de janeiro, terá um cenário mais favorável do que em 2016, quando Michel Temer assumiu o comando do Brasil após o impeachment de Dilma Rousseff pelo Congresso Nacional.

Em vídeo de balanço publicado hoje (24) pelo Ministério da Fazenda, Mansueto lembrou que, há três anos, a taxa de juros estava acima de 14% ao ano e a inflação acumulada em 12 meses ultrapassava os 9%, e hoje a Selic é de 6,5% e a inflação está abaixo de 4%. Além disso, ressaltou, a economia do país estava em queda de 3,5%.

"O próximo governo começa numa situação muito melhor do que estava o Brasil há três anos atrás. O Brasil do início de 2019 é um país que está com a inflação abaixo de 4% [ao ano], com uma taxa de juros de 6,5%, com uma inflação esperada, para os próximos três anos, em torno de 4%, e uma economia que volta a crescer para uma recuperação que a gente chama de cíclica. Os empresários passaram a ter mais confiança e estão investindo mais", avaliou o secretário do Tesouro, que será mantido no cargo no governo de Jair Bolsonaro.

O secretário do Tesouro não citou, entretanto os prejuízos provocados ao País pelo golpe parlamentar que retirou a presidente Dilma Rousseff sem comprovação de crime de responsabilidade, bem como do reflexo da operação Lava Jato na eliminação de milhares de empregos na cadeia de óleo e gás, na indústria naval e na área de engenharia do País. 

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