Relatório do MP cobra conselho por Pasadena

Documento prega que a presidente Dilma Rousseff e outros ex-conselheiros da Petrobras, como Fabio Barbosa, da Abril, Jorge Gerdau, da Gerdau, e Claudio Haddad, do Insper, sejam responsabilizados por eventuais perdas da Petrobras na refinaria de Pasadena; o texto pede que os gestores da Petrobras e seus conselheiros respondam "por dano aos cofres públicos, por ato antieconômico e por gestão temerária"

Documento prega que a presidente Dilma Rousseff e outros ex-conselheiros da Petrobras, como Fabio Barbosa, da Abril, Jorge Gerdau, da Gerdau, e Claudio Haddad, do Insper, sejam responsabilizados por eventuais perdas da Petrobras na refinaria de Pasadena; o texto pede que os gestores da Petrobras e seus conselheiros respondam "por dano aos cofres públicos, por ato antieconômico e por gestão temerária"
Documento prega que a presidente Dilma Rousseff e outros ex-conselheiros da Petrobras, como Fabio Barbosa, da Abril, Jorge Gerdau, da Gerdau, e Claudio Haddad, do Insper, sejam responsabilizados por eventuais perdas da Petrobras na refinaria de Pasadena; o texto pede que os gestores da Petrobras e seus conselheiros respondam "por dano aos cofres públicos, por ato antieconômico e por gestão temerária" (Foto: Felipe L. Goncalves)

247 - Um documento do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União recomenda que os gestores da Petrobras e seus conselheiros à época da compra da refinaria de Pasadena, no Texas, sejam responsabilizados por eventuais prejuízos causados à estatal.

O relatório sustenta que a alta cúpula da Petrobrás, "incluindo os membros do Conselho de Administração", responda "por dano aos cofres públicos, por ato antieconômico e por gestão temerária", caso sejam comprovadas irregularidades.

Em 2006, quando o negócio foi fechado, faziam parte do conselho a presidente Dilma Rousseff, o ex-ministro Antonio Palocci, o governador Jaques Wagner e executivos/empresários como Fábio Barbosa, Jorge Gerdau e Claudio Haddad.

Em 2008, ainda como presidente do Conselho de Administração, a presidente Dilma foi a primeira a se levantar contra a operação, que hoje provoca tanta polêmica.

Leia mais sobre o caso em reportagem de Andreza Matais e Murilo Rodrigues Alves, no Estado de S. Paulo.

 

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