Saco de batata, que normalmente é vendido a R$ 80, chegou a custar R$ 300 na Ceasa

O impacto sem precedentes de uma greve que chega apenas ao seu terceiro dia fez os preços dos alimentos dispararem; um saco de batata chegou a custar R$ 300 na Ceasa na cidade do Rio de Janeiro. Hortaliças e legumes desapareceram dos pontos de venda

Caminhoneiros fazem paralização na BR 101, Niterói-Manilha, na altura de Itaboraí, no Rio de Janeiro.
Caminhoneiros fazem paralização na BR 101, Niterói-Manilha, na altura de Itaboraí, no Rio de Janeiro. (Foto: Gustavo Conde)

247 – O impacto sem precedentes de uma greve que chega apenas ao seu terceiro dia fez os preços dos alimentos dispararem. Um saco de batata chegou a custar R$ 300 na Ceasa na cidade do Rio de Janeiro. Hortaliças e legumes desapareceram dos pontos de venda.

“Os reflexos dos protestos dos caminhoneiros chegaram aos preços de alimentos. Na Central de Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro (Ceasa-RJ), em Irajá, Zona Norte do Rio, apenas 75 dos 340 caminhões que deveriam fazer entregas nesta quarta-feira conseguiram chegar ao mercadão. A saca com 50 quilos de batatas, que costuma ser vendida por R$ 70 ou R$ 80, era comercializada por quase quatro vezes mais: entre R$ 250 e R$ 300.

No box Guaibim, da Ceasa-RJ, apenas um caminhão conseguiu chegar. O normal, segundo os vendedores do local, é que cinco ou seis cargas sejam entregues diariamente. Para evitar os bloqueios de caminhoneiros em protesto nas principais vias de acesso à capital, o motorista fez um trajeto por Angra dos Reis, na Costa Verde.”

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