Santander diz que Dilma pode recuperar confiança

"Não há nenhum ponto tão baixo que não possa melhorar, desde que se encontre a agenda correta. O governo que está aí foi eleito democraticamente", afirma o presidente do Santander no Brasil, Sérgio Rial; "Não é a ruptura que vai levar a uma solução", ressalta o executivo; "Tenho certeza de que a presidente tem as melhores intenções. Vejo com tristeza a intolerância que se espalhou pelo país e espero que a gente consiga encontrar um caminho", diz ainda

"Não há nenhum ponto tão baixo que não possa melhorar, desde que se encontre a agenda correta. O governo que está aí foi eleito democraticamente", afirma o presidente do Santander no Brasil, Sérgio Rial; "Não é a ruptura que vai levar a uma solução", ressalta o executivo; "Tenho certeza de que a presidente tem as melhores intenções. Vejo com tristeza a intolerância que se espalhou pelo país e espero que a gente consiga encontrar um caminho", diz ainda
"Não há nenhum ponto tão baixo que não possa melhorar, desde que se encontre a agenda correta. O governo que está aí foi eleito democraticamente", afirma o presidente do Santander no Brasil, Sérgio Rial; "Não é a ruptura que vai levar a uma solução", ressalta o executivo; "Tenho certeza de que a presidente tem as melhores intenções. Vejo com tristeza a intolerância que se espalhou pelo país e espero que a gente consiga encontrar um caminho", diz ainda (Foto: Gisele Federicce)

247 – No comando do Santander desde janeiro, Sérgio Rial acredita que o impeachment não solucionaria os problemas do Brasil e que a presidente Dilma Rousseff ainda é capaz de recuperar a confiança na economia.

"Não há nenhum ponto tão baixo que não possa melhorar, desde que se encontre a agenda correta. O governo que está aí foi eleito democraticamente. Isso é superimportante", afirma o executivo, em entrevista à Folha neste domingo.

"Não é a ruptura que vai levar ta uma solução", acrescenta. Sobre a interpretação de empresários que têm defendido que a crise não tem solução com Dilma no Planalto, ele avalia como "posições extremas".

"Tenho certeza de que a presidente tem as melhores intenções. Vejo com tristeza a intolerância que se espalhou pelo país e espero que a gente consiga encontrar um caminho", diz. "Não é a ruptura que vai levar a uma solução. Aliás, não há solução na ruptura. Só há o caos", completa.

Segundo ele, a crise econômica só não é pior porque os bancos estão renegociando as dívidas das grandes empresas. "Não interessa a ninguém que as empresas quebrem, que mais gente fique desempregada", afirma.

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