Se é Bayer, não é bom para as mulheres

Funcionrias da filial da companhia nos EUA pedem indenizao de US$ 100 milhes por discriminao



O famoso slogan (“Se é Bayer, é bom”), não parece valer para as funcionárias de uma das maiores companhias farmacêuticas do mundo. A Bayer HealthCare Pharmaceuticals enfrenta um processo das funcionárias da filial americana por discriminação. Elas querem indenização de US$ 100 milhões a todas as diretoras da empresa nos EUA. Segundo o escritório de advocacia Sanford, Wittels & Heisler LLP, representantes das funcionárias, a Bayer discrimina suas clientes ao pagar salários menores para as mulheres, barrar promoções, e impedir a ascensão de grávidas e funcionárias que tenham filhos.

Os advogados dizem que a Bayer publicou artigos garantindo que homens são mais adequados do que mulheres para cargos de liderança. A empresa teria ido mais longe: para ela, as mulheres são mais afetadas por mudanças de humor, indecisão e algo “apunhalar pelas costas”. Mulheres para a Bayer, segundo os defensores das funcionárias, são “canhões à solta” e se sentem perseguidas pelos colegas. Uma das funcionárias, Victoria Barghout, acusou a companhia de respeitar as mães, rebaixando as mulheres que “ousam ficar grávidas”. A direção da Bayer se pronunciou, afirmando que as reclamações das mulheres se situam em uma “área cinzenta”.

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