“Se o consumo não é mais vilão, é hora de redistribuir renda”, diz Laura Carvalho

"Se finalmente o consumo das famílias deixou de ser tratado como um vilão, talvez seja a hora de os mecanismos de distribuição de renda merecerem uma segunda chance", diz a economista Laura Carvalho, ao comentar a entrevista em que Ilan Goldfajn, presidente do Banco Central, reconheceu o fracasso do governo em atrair investimentos e falou no consumo como motor do crescimento

"Se finalmente o consumo das famílias deixou de ser tratado como um vilão, talvez seja a hora de os mecanismos de distribuição de renda merecerem uma segunda chance", diz a economista Laura Carvalho, ao comentar a entrevista em que Ilan Goldfajn, presidente do Banco Central, reconheceu o fracasso do governo em atrair investimentos e falou no consumo como motor do crescimento
"Se finalmente o consumo das famílias deixou de ser tratado como um vilão, talvez seja a hora de os mecanismos de distribuição de renda merecerem uma segunda chance", diz a economista Laura Carvalho, ao comentar a entrevista em que Ilan Goldfajn, presidente do Banco Central, reconheceu o fracasso do governo em atrair investimentos e falou no consumo como motor do crescimento (Foto: Leonardo Attuch)

247 – "Se finalmente o consumo das famílias deixou de ser tratado como um vilão, talvez seja a hora de os mecanismos de distribuição de renda merecerem uma segunda chance", diz a economista Laura Carvalho, ao comentar a entrevista em que Ilan Goldfajn, presidente do Banco Central, reconheceu o fracasso do governo em atrair investimentos e falou no consumo como motor do crescimento, em artigo publicado nesta quinta-feira.

"Muitos trataram de demonizar o crescimento do consumo naqueles anos. Mas o fato é que, ainda que a continuidade daquele processo exigisse outras medidas —de estímulo ao desenvolvimento de setores de maior complexidade tecnológica e maior crescimento da produtividade, por exemplo—, as vendas maiores foram capazes de levar empresários de diversos setores a comprar novas máquinas e equipamentos. Com isso, os investimentos cresceram até mais do que o consumo no período", afirma a economista.

"Da mesma forma, a alta do desemprego e a queda da demanda elevaram o grau de ociosidade na indústria e nos serviços, contribuindo, junto com o alto endividamento, para derrubar os investimentos privados."

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